“O espinho na carne é para Deus trabalhar nas nossas fraquezas”
... ‘e aquele espinho vai ficar ali, até a tua cura completa – por que Deus cuida, trata e sara todos os traumas, feridas, medos e autoconfianças, complexos... e o espinho é o objeto, o instrumento utilizado por Deus na cirurgia da alma’
[Paulo pediu a Deus por três vezes que tira-se aquele espinho que estava na sua carne (alma)]
Apostolo Paulo,
... o “espinho” o fez descobrir algo profundo que o colocou em um novo nível espiritual.
Ele passou a entender um segredo espiritual: Ter autoridade e soberania sobre as guerras ‘pelo poder da Graça divina’. Isto significa não permitir que a angústia, aflição e dor exerçam domínio sobre mim. Quando um servo de Deus adquiri essa consciência ‘o diabo perde o controle e nada pode mais demovê-lo de sua fé’. Isto tem estar constante em nossas consciências - Rm 8:35 “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
39Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor”. Nada, nada separava Paulo do foco, do alvo, de Cristo
Deus diz a Paulo “a minha Graça te basta”, por quê? Tudo o que o ser humano precisa é ser colocado debaixo da graça de Deus.
O que é graça? A Palavra em si só nos responde:
Ef 2.4-8 “4Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou 5e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, – pela graça sois salvos, 6e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; 7para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. 8Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;”
Gl. 2:16 “Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada”.
Graça: É um favor imerecido; amor incondicional e misericórdia de Deus, pois salvação e milagre não se compram, mas é dado de graça ao homem por intermédio de Cristo. Infelizmente muitos confundem graça com libertinagem, com o “poder” para pecar livremente sem conseqüência, mas na verdade quem está debaixo da graça vence toda forma de pecado.
Graça significa: poder ilimitado liberado por Deus em minha vida, é Deus falar com vc, ter toda sorte de milagres, ser mais que vencedor, esta marca na vida do crente em Cristo Jesus: MAIS QUE VENCEDOR!!!
DECLARE: Eu estou debaixo da graça!
COMO PAULO RECEBEU ESSA AUTORIDADE PELA GRAÇA:
1. TENDO SOBRE SI AS MARCAS DE CRISTO
“que é o fruto do Espírito...” – Gl. 5:22
Gl 6.17 “Quanto ao mais, ninguém me moleste; porque eu trago no corpo as marcas de Jesus”
Mt 27.29 “tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, na mão direita, um caniço; e, ajoelhando-se diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, rei dos judeus!”
• Paulo pediu 3 vezes para o Senhor tirar o espinho que o feria. Da mesma forma Jesus orou “passa de mim esse cálice”. Deus respondeu que não iria tirar.
• Porque a exemplo de Cristo que recebeu a marca do espinho, Paulo estava sendo marcado também.
• Muitos querem viver o evangelho apenas para ter marca de prosperidade, milagres, multiplicação. Sim, todas estas coisas são nossas, direito nosso, é nossa herança..
‘Mas Deus quer te marcar com aquilo que antecede a ressurreição’
2. APRENDENDO A DEPENDER DE DEUS “As pessoas precisam aprender a DEPENDER de Deus 100 por cento”
II Corintios 12.7 “E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte
Aquele espinho em Paulo o lembrava constantemente que ele dependia de Deus e que tudo o que havia recebido era pela Graça.
A maldição do homem é ele querer ser independente de Deus (Adão e Eva). A guerra que vc passa não é para te matar ou porque Deus tem prazer no seu sofrimento, mas para te fazer depender sempre de Jesus!
*** Quero te dizer uma coisa muito importante: nunca dê ouvidos ‘a vozes’, pois, “Satanás sempre usa pessoas para te tirar do foco da tua oração”, ouça sempre uma só voz, a voz do Espírito, que é quem te guia a todas as coisas, por mais que esteja vendo nublado, escuro... saiba, sempre que na tua vida quem dirige e guia é O Senhor dos Exércitos, O Guarda de Israel, esta é a tua direção à seguir ***
3. SENDO APERFEIÇOADO NA FRAQUEZA
“Porque quando estou fraco então sou forte”
II Corintios 12:9 Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo
Tg 1.2-4 “2Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, 3sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. 4Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes.”
Aquele espinho se tornou para Paulo uma habilitação que o fez ser alguém de maior autoridade. Nas áreas que o inimigo mais quer te assolar e envergonhar Deus vai te encher de poder. O Senhor quer trabalhar as tuas fraquezas, e onde vc está fragilizado Deus vai te fazer forte.
Quando recebo essa autoridade:
Tenho poder de ressurreição.
Paulo pediu 3 vezes, Jesus sofreu a dor do espinho, mas ao 3° dia ressuscitou.
Paulo pediu 3 vezes e descansou.. Jesus sofreu, ao 3° dia ressuscitou e nós ressuscitamos com ELEE...
Sou coroado de Glória. (Apocalipse 6.2)
O espinho é temporário, a Glória é para sempre! O espinho é a mentira de satanás para me fazer sofrer, pq ele quer substituir o que tenho por direito da parte de Deus.
Tenho a força advinda da Graça (Fl. 4.13)
Hoje Deus está te marcando com uma força espiritual que tua carne não pode de dar.
Conclusão:
II Cor 12.10 10Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte.
P R E G A Ç Ã O
II Corintios 12:7 – “E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar”.
1. Muitas pessoas, não importa o tempo de novo nascimento, quando lêm e relêem este texto, não o compreendem ao nível a que é transmitido pelo Espírito.
1 mês, 1 ano, 10 anos... não importa, enquanto não desce ao coração a revelação, o RHEMA, a grande maioria passa despercebido o valor e teor exatos desta preciosa Escritura Sagrada
2. Apenas pensam no espinho na carne de Paulo e pronto. O espinho era de Paulo e ‘c’est fini’. E viram a pagina.
Quero te informar, que este era o de Paulo, qual é o seu? O meu? Será que já descobrimos se é, e por que está?
Onde estou precisando ser curado, tratado... algo sempre dando errado, o que será? Onde estará a ferida, a cicatriz (Deus não deixa cicatriz, que fira, machuque)
Às vezes carregamos pesos enormes sobre nós, anos e anos, por desconhecer a revelação desta Escritura da Palavra de Deus.
3. Mas, não é bem assim, este é um grande ensinamento instrumento Divino [da Palavra de Deus], portanto eficaz para todo e qualquer crente em Cristo Jesus, nosso Senhor, Salvador e Mestre
4. I Ts. 5:23, nos revela que Deus vai cuidar, tratar do seu povo; importa a Deus que o homem se salve por inteiro: corpo, alma e espírito
5. A Espada do Espírito, que é A Palavra de Deus, apta para discernir e habilitar o ser por inteiro, Hebreus 4:12 “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”.
6. Meirismo. Ação de destacar e tratar separadamente, individualmente cada uma das partes do ser humano, da criatura: corpo – alma – espírito. Esta ação é de Deus, habilitando-nos com Sua Palavra, capacitando-nos a entender o LOGOS e RHEMA, ou seja, o escrito e a revelação (daquilo que lê).
7. O espinho vai ficar até você ser tratado e curado, pois a Deus importa a tua cura completa, para que haja assim a hegemonia do ser total: corpo, alma e espírito!
Pastor Luiz Fernando BORTONE
Precisamos ter sempre as mais variadas formas de se propagar o Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo - Os Blogs, são com certeza, um grande canal para evangelização! Palavra de Conhecimento e Sabedoria!!!
Boas Novas!
Nossas Boas Vindas a todos os que acessarem o nosso BLOG!
Vamos transferir e transmitir as Revelações de Deus para Sua Igreja Eterna, Igreja Gloriosa.
O meu povo perece por falta UNICAMENTE de Conhecimento, é destruido e morte!
Portanto, é necessario instrui-lo pela Palavra, pela Revelação da Palavra.
E é isto que este BLOG vai fazer, ensinar atraves de experiencias e vida, a Vontade do Senhor, nosso Deus e Pai!
"Dizendo: Certamente, abençoando te abençoarei, e multiplicando te multiplicarei", Hb 6:14
SHALOM
Pastor Luiz Fernando Bortone
"NÃO É MAIS TEMPO DE TER ALIANÇAS COM ESTRANGEIROS, É TEMPO DE RESGATAR A IDENTIDADE DE POVO DE DEUS".
Não tenha aliança com estrangeiros, você não precisa deles, você tem a promessa sobre a tua vida, você é um Neemias do SEC XXI.
Neemias 13:30 "Limpei-os, pois, de toda estrangeirice e designei o serviço dos sacerdotes e dos levitas, cada um no seu mister",
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
A REBELIÃO DE CORÁ
A REBELIÃO DE CORÁ
"Ai deles! Porque entraram pelo caminho de Caim, e foram levados pelo engano do prêmio de Balaão, e pereceram na contradição de Corá." (Judas, 11) No capítulo 16 de Números lemos a respeito da contradição, ou rebelião, promovida por um levita, Corá. Bisneto de Levi, ele sem dúvida tinha muita influência e autoridade, pois conseguiu reunir atrás de si duzentos e cinqüenta homens de renome, líderes do povo. Inflado pela sua posição, Corá promoveu uma demonstração de força diante de Moisés e Arão a fim de arrancar-lhes a autoridade, exclamando que Moisés e Arão se exaltavam indevidamente sobre o povo, onde todos deviam ser iguais. Com seus comparsas, Datã e Abirão, ele instigou o povo à revolta, alegando ainda que Moisés e Arão haviam feito Israel subir de “uma terra que mana leite e mel” (o Egito) para fazê-los morrer no deserto e ainda por cima queriam fazer-se príncipes entre eles! Tudo era mentira, sem qualquer fundamento.
É abominável para um homem ou um grupo revoltar-se contra a ordem que Deus estabeleceu, e introduzir algo para dividir o Seu povo.
O caminho para a rebeldia começa com a falta de contentamento e, do ceticismo gerado, passa para as reclamações contra as circunstâncias e contra aquilo que Deus tem estabelecido, depois adquire amargura e ressentimento, seguidos finalmente por rebelião e hostilidade. Vigiemos se estivermos descontentes, céticos, inclinados a reclamar ou a ficar ressentidos. Estas atitudes nos levarão à rebeldia contra Deus e as conseqüências serão sérias para nós, como foi para aquele povo.
Quando irmãos na fé se reúnem em nome de Cristo numa localidade, regularmente, aceitando o senhorio do Senhor Jesus e reconhecendo o controle do Espírito Santo, submetendo-se incondicionalmente à autoridade única e exclusiva da Palavra de Deus contida na Bíblia, forma-se uma Igreja de Deus. Suas funções principais são adoração, louvor, ações de graça, Ceia do Senhor, orações, súplicas, intercessões, comunicação e ministério (Hebreus 13:15-16, 1 Timóteo 2:1-2; Atos 20:7). Não temos ensino ou exemplo na Bíblia que aprove alguma interferência ou jurisdição sobre a Igreja por parte de outra, muito menos ainda por parte de uma pessoa ou grupo de pessoas que a ela não pertença.
Embora não muito distantes entre si, as sete igrejas do Apocalipse eram muito diferentes, no entanto o Senhor não instruiu que houvesse interferência entre elas, ou que alguma fosse “excomungada” pelas outras por causa do seu estado. Sempre que uma igreja se forma com esta base, Deus lhe concede dons espirituais suficientes para a edificação dos seus membros, que incluem aqueles necessários para a sua liderança e administração (1Coríntios 12).
Os líderes responsáveis pela direção da igreja, conhecidos como apóstolos, pastores, evangelistas, anciãos, presbíteros ou bispos, são chamados a esse trabalho pelo Senhor, nunca são eleitos pelo rebanho (1 Coríntios 12:6-11). É o Espírito Santo que liga os seus membros, para que cada um faça a sua parte conforme lhe é concedido. O novo nascimento deve ser a experiência de todo o crente que é membro da igreja, mas a condição espiritual, sabedoria e habilidade de cada um varia muito. Os líderes da igreja aprovados por Deus serão reconhecidos pela sua maturidade espiritual, sua sabedoria no ensino e no pastoreio, e na sua dedicação ao trabalho. As qualidades básicas são encontradas nas cartas de Paulo a Timóteo e a Tito (1 Timóteo 3:1-8 e Tito 1:5-20).
A integridade de caráter é essencial. Referindo-se ao sumo sacerdote, a Bíblia diz: “Ninguém toma esta honra para si mesmo, senão quando chamado por Deus, como aconteceu com Arão” (Hebreus 5:4). Assim também os servos de Deus são escolhidos por Ele, e nunca devemos procurar impor nossa vontade sem a Sua autoridade. O Novo Testamento nos ensina a reconhecer os dons de ministério (1 Coríntios 12:4-31; Efésios 4:8,11,12), os Apóstolos, Pastores, Profetas, Evangelistas, Doutores e Mestres (anciãos, presbíteros, bispos) e os servos (diáconos) (1 Timóteo 3:1-13; Tito 1:5-9).
Ainda hoje, vemos igrejas sendo perturbadas pela inveja e ambição de alguns dos seus membros, que vaidosamente querem uma posição destacada, sem reconhecer que Deus não os quer lá, pois lhes faltam caráter e os dons ou talentos necessários. Isto resulta em rebelião contra sua liderança e mesmo na divisão da igreja, estilo Corá. Somos instruídos a nos revestir de humildade e mansidão (Colossenses 3:12), pois toda a autoridade na igreja vem de Deus. É da responsabilidade dos membros da igreja para com seus Pastores: orar por eles, reconhecer os seus trabalhos, obedecê-los, estimá-los, honrá-los, apoiá-los financeiramente e confiar neles. Pela sua atuação o Pastor prestará contas a Deus (Hebreus 13:17), não ao rebanho. Nenhuma acusação contra Pastor deverá ser aceita se não houver duas ou três testemunhas (1 Timóteo 5:19).
E lembremo-nos que hoje, em sua maioria, as rebeliões são pautadas pela inveja, ambição, poder e planos humanos de homens para com a Igreja de Cristo. Cuidemos, pois, para não perecermos na rebelião de Corá!
"Ai deles! Porque entraram pelo caminho de Caim, e foram levados pelo engano do prêmio de Balaão, e pereceram na contradição de Corá." (Judas, 11) No capítulo 16 de Números lemos a respeito da contradição, ou rebelião, promovida por um levita, Corá. Bisneto de Levi, ele sem dúvida tinha muita influência e autoridade, pois conseguiu reunir atrás de si duzentos e cinqüenta homens de renome, líderes do povo. Inflado pela sua posição, Corá promoveu uma demonstração de força diante de Moisés e Arão a fim de arrancar-lhes a autoridade, exclamando que Moisés e Arão se exaltavam indevidamente sobre o povo, onde todos deviam ser iguais. Com seus comparsas, Datã e Abirão, ele instigou o povo à revolta, alegando ainda que Moisés e Arão haviam feito Israel subir de “uma terra que mana leite e mel” (o Egito) para fazê-los morrer no deserto e ainda por cima queriam fazer-se príncipes entre eles! Tudo era mentira, sem qualquer fundamento.
É abominável para um homem ou um grupo revoltar-se contra a ordem que Deus estabeleceu, e introduzir algo para dividir o Seu povo.
O caminho para a rebeldia começa com a falta de contentamento e, do ceticismo gerado, passa para as reclamações contra as circunstâncias e contra aquilo que Deus tem estabelecido, depois adquire amargura e ressentimento, seguidos finalmente por rebelião e hostilidade. Vigiemos se estivermos descontentes, céticos, inclinados a reclamar ou a ficar ressentidos. Estas atitudes nos levarão à rebeldia contra Deus e as conseqüências serão sérias para nós, como foi para aquele povo.
Quando irmãos na fé se reúnem em nome de Cristo numa localidade, regularmente, aceitando o senhorio do Senhor Jesus e reconhecendo o controle do Espírito Santo, submetendo-se incondicionalmente à autoridade única e exclusiva da Palavra de Deus contida na Bíblia, forma-se uma Igreja de Deus. Suas funções principais são adoração, louvor, ações de graça, Ceia do Senhor, orações, súplicas, intercessões, comunicação e ministério (Hebreus 13:15-16, 1 Timóteo 2:1-2; Atos 20:7). Não temos ensino ou exemplo na Bíblia que aprove alguma interferência ou jurisdição sobre a Igreja por parte de outra, muito menos ainda por parte de uma pessoa ou grupo de pessoas que a ela não pertença.
Embora não muito distantes entre si, as sete igrejas do Apocalipse eram muito diferentes, no entanto o Senhor não instruiu que houvesse interferência entre elas, ou que alguma fosse “excomungada” pelas outras por causa do seu estado. Sempre que uma igreja se forma com esta base, Deus lhe concede dons espirituais suficientes para a edificação dos seus membros, que incluem aqueles necessários para a sua liderança e administração (1Coríntios 12).
Os líderes responsáveis pela direção da igreja, conhecidos como apóstolos, pastores, evangelistas, anciãos, presbíteros ou bispos, são chamados a esse trabalho pelo Senhor, nunca são eleitos pelo rebanho (1 Coríntios 12:6-11). É o Espírito Santo que liga os seus membros, para que cada um faça a sua parte conforme lhe é concedido. O novo nascimento deve ser a experiência de todo o crente que é membro da igreja, mas a condição espiritual, sabedoria e habilidade de cada um varia muito. Os líderes da igreja aprovados por Deus serão reconhecidos pela sua maturidade espiritual, sua sabedoria no ensino e no pastoreio, e na sua dedicação ao trabalho. As qualidades básicas são encontradas nas cartas de Paulo a Timóteo e a Tito (1 Timóteo 3:1-8 e Tito 1:5-20).
A integridade de caráter é essencial. Referindo-se ao sumo sacerdote, a Bíblia diz: “Ninguém toma esta honra para si mesmo, senão quando chamado por Deus, como aconteceu com Arão” (Hebreus 5:4). Assim também os servos de Deus são escolhidos por Ele, e nunca devemos procurar impor nossa vontade sem a Sua autoridade. O Novo Testamento nos ensina a reconhecer os dons de ministério (1 Coríntios 12:4-31; Efésios 4:8,11,12), os Apóstolos, Pastores, Profetas, Evangelistas, Doutores e Mestres (anciãos, presbíteros, bispos) e os servos (diáconos) (1 Timóteo 3:1-13; Tito 1:5-9).
Ainda hoje, vemos igrejas sendo perturbadas pela inveja e ambição de alguns dos seus membros, que vaidosamente querem uma posição destacada, sem reconhecer que Deus não os quer lá, pois lhes faltam caráter e os dons ou talentos necessários. Isto resulta em rebelião contra sua liderança e mesmo na divisão da igreja, estilo Corá. Somos instruídos a nos revestir de humildade e mansidão (Colossenses 3:12), pois toda a autoridade na igreja vem de Deus. É da responsabilidade dos membros da igreja para com seus Pastores: orar por eles, reconhecer os seus trabalhos, obedecê-los, estimá-los, honrá-los, apoiá-los financeiramente e confiar neles. Pela sua atuação o Pastor prestará contas a Deus (Hebreus 13:17), não ao rebanho. Nenhuma acusação contra Pastor deverá ser aceita se não houver duas ou três testemunhas (1 Timóteo 5:19).
E lembremo-nos que hoje, em sua maioria, as rebeliões são pautadas pela inveja, ambição, poder e planos humanos de homens para com a Igreja de Cristo. Cuidemos, pois, para não perecermos na rebelião de Corá!
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
TEMPO DE NÃO FAZER NADA - APENAS CONFIAR
Por David Wilkerson
12 de junho de 2000
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Durante anos os israelitas almejaram ser governados por um rei humano. E finalmente, Deus permitiu-o. Ele disse ao profeta Samuel para ungir Saul para governar sobre Israel. Então o profeta encontrou-se com Saul, verteu uma vasilha de óleo sobre sua cabeça, e beijou-o. Depois disse a Saul, "Porventura te não tem ungido o Senhor por capitão sobre a sua herdade?" (I Samuel 10:1).
A nenhum ser humano poderia ser dado tamanho elogio. Basicamente, Samuel disse, "Saul, Deus é contigo. Tu és um vaso escolhido; selecionado com cuidado por Deus." Além disso, Deus abençoou Saul imediatamente com um coração disposto a cumprir o seu chamado: "Deus lhe mudou (a Saul) o coração em outro...e o espírito do Senhor se apoderou dele (Saul), e profetizou” (versículos 9-10).
Contudo, Saul não se vangloriava; não ostentava a sua unção ou condição. De facto, a Bíblia diz que ele próprio se viu pequeno (ver I Sam. 15:17). Vemos um exemplo da humildade de Saul quando este regressou à casa após o encontro com Samuel. O seu tio interpelou-o, curioso sobre o que se passara. Este tio tinha consciência de que Samuel tinha a reputação de falar apenas com um grande propósito em mente. Então implorou a seu sobrinho, "Por favor Saul, diz-me - o que é que Samuel te disse?"
Mas, as escrituras dizem, "Porém o negócio do reino, de que Samuel falara, (Saul) lhe não declarou" (10:16). Saul dispunha de notícias incríveis - no entanto não proferiu palavra alguma sobre isso. Pergunto-lhe: quantas pessoas você conhece que guardariam uma coisa destas para si?
Pouco depois Samuel reuniu o povo em Mizpá. O profeta tinha dois propósitos: primeiro, queria corrigir o povo por renunciar a Deus e desejar um rei humano. Segundo, queria apresentar-lhes Saul como o rei escolhido por Deus. Porém, quando chegou a hora de Saul ser apresentado, não o encontraram. Samuel enviou uma delegação a procurá-lo - e finalmente localizaram Saul escondido entre bagagens.
Quando Saul foi apresentado perante a multidão, tinha tudo o que eles desejavam num rei. Era alto e formoso, "mais alto do que todo o povo do ombro para cima" (10:23). Samuel disse, "em todo o povo não há nenhum semelhante a ele" (versículo 24). E Israel gritou em aprovação "Viva o rei" (mesmo versículo).
Nos dois primeiros anos, Saul provou ser um líder forte e piedoso. Quando ouviu que os amonitas tinham invadido Jebes-Gileade, "O espírito de Deus se apoderou de Saul" (11:6). Saul depressa recrutou uma milícia de 330.000 homens, e essa mistura heterogénea, um exército mal armado, derrotou os amonitas. Depois, Saul deu toda a glória a Deus (vide versículo 15). E em pouco tempo o piedoso rei conduziu Israel à vitória sobre todas as nações que os saquearam - Moabe, Amom, Edom, Ameleque, e até sobre os poderosos filisteus (vide 14:47-48).
Quem não gostaria de ter um homem assim para rei? Saul era humilde, corajoso, esplêndido de aparência, ajudado por Deus, movia-se poderosamente no Espírito, era atento à direcção do santo profeta. Saul era o modelo do líder fiel.
Porém, incrivelmente, este mesmo homem ungido iria morrer em total rebeldia. Pouco depois das suas vitórias incríveis, Saul perdeu a unção e foi-lhe retirado o reino. Foi abandonado por Deus, tornou-se incapaz de ouvir a voz do Espírito, e finalmente foi possuído por um espírito maligno. Acabou por matar inocentes. Ordenou a morte de sacerdotes indicados por Deus. E, na véspera da sua morte, procurou a orientação de uma feiticeira. O rei que uma vez conduzira Israel ao triunfo sobre os inimigos, acabou seus dias como um insano enraivecido.
Que triste fim para um, outrora, ungido servo de Deus. O que aconteceu a Saul? O que levou este homem humilde a descer à loucura e destruição? Teria havido algum ponto de viragem na vida de Saul, quando ele começou a se desgovernar?
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O Momento Chave Na Vida de Saul Ocorreu em I Samuel 13.
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Saul passou por um momento chave que todo o crente deverá com o tempo passar. É uma ocasião crucial de crise, quando somos forçados a decidir se vamos esperar em Deus pela fé, ou ficar impacientes e resolver o assunto com as próprias mãos.
O momento chave de Saul surgiu quando ameaçadoras nuvens de guerra se concentravam sobre Israel. Os filisteus tinham juntado um exército enorme de 6.000 cavaleiros, 30.000 carros, e legiões de soldados equipados com as armas mais recentes. Para Israel o número deles parecia "como a areia que está à borda do mar" (I Samuel 13:5). Em contraste, os israelitas tinham apenas 2 espadas no seu exército - uma para Saul, outra para seu filho, Jônatas. Todos os restantes tinham de utilizar armas alternativas como lanças de madeira ou rudes ferramentas agrícolas.
Agora, à medida que os israelitas viam os poderosos filisteus a aproximarem-se, entraram em pânico. "O povo se escondeu pelas cavernas, pelos espinhais, e pelos penhascos, e pelas fortificações e pelas covas" (13:6). Outros fugiam para outros países, para evitarem ser recrutados no exército de Saul. Outros desertaram em completa covardia. De repente o exército de 330.000 homens que derrotou os amonitas ficara reduzido a 600. E mesmo esses que ficaram, tremiam de medo (vide 13:7). A situação de Israel parecia desesperadora
Uma semana antes, Samuel advertira Saul que esperasse por si em Gilgal antes de ir para a batalha. O profeta disse-lhe que chegaria 7 dias depois para fazer os sacrifícios próprios para o Senhor. Não conhecemos o significado desta espera de 7 dias; talvez Samuel soubesse que viria de algum sítio distante onde a sua presença era necessária. Porém é mais provável que esta semana de espera tivesse o intuito de testar a fé de Saul.
Quando o sétimo dia chegou e Samuel não tinha chegado, os soldados de Saul começaram a se dispersar. Pior, o rei não tinha a direcção de Deus para a batalha. Agora, coloque-se na posição de Saul durante um momento. Veja o assustador exército filisteu a marchar na sua direcção. Sinta o poderoso retumbar dos carros. E quando olha para o que resta do seu exército, vê que eles estão a tremer com as suas armas insignificantes. Está tudo fora do controle. O que é que você vai fazer?
Você poderá perguntar, "Será que Saul tinha de ficar sentado ali sem fazer nada?" Sim - era exactamente isso que ele tinha de fazer. Esperar e orar. De facto, isto estava implícito quando Samuel apresentou Saul como rei. O profeta disse a Israel, "Se temerdes ao Senhor, e o servirdes, e deres ouvidos à sua voz, e não fordes rebeldes ao dito do Senhor, assim vós, como o rei (Saul) que reina sobre vós, seguireis ao Senhor vosso Deus. Mas se não derdes ouvidos à voz do Senhor, mas antes fordes rebeldes ao dito do Senhor, a mão do Senhor será contra vós" (12:14-15).
Samuel explicou, "O Senhor quer receber toda a glória pelo que Ele faz através do nosso rei. Ele quer que o mundo saiba que a vitória não vem pelas estratégias, pelas armas ou números - mas sacrificando a Deus através de oração fervorosa e confiança Nele."
Então, que atitude tomou Saul? Será que ficou firme e declarou, "Não quero saber se Samuel leva oito dias a chegar. Vou ficar firme na palavra de Deus para mim. Quer viva quer morra, obedecerei à Sua voz"? Não - Saul entrou em pânico. Deixou-se intimidar pelas circunstâncias. Acabou por manipular a situação torneando a palavra de Deus. Ordenou ao sacerdote presente, Abija, que sacrificasse sem a presença de Samuel.
Quando Samuel finalmente regressou, ficou horrorizado. Cheirou-lhe a carne queimada vinda do altar. Então perguntou a Saul, "Que fizeste?" (13:11). A pergunta do profeta sugere-nos que Saul não fazia a mínima idéia da gravidade do seu pecado. Samuel estava-lhe a perguntar, "Apercebeste-te do que fizeste? Dei-te uma ordem simples e clara. Não deverias fazer nada até eu chegar. Não estavas em perigo, mas tomaste o assunto nas tuas mãos. Agiste por medo, não em fé. Cometeste um pecado gravíssimo perante o Senhor."
Esta é a explicação de Saul: "Porquanto via que o povo se espalhava de mim, e tu não vinhas nos dias aprazados, e os filisteus já se tinham ajuntado em Micmás" (13:11). Note-se a acusação de Saul nas suas palavras: "Não regressaste a tempo Samuel." Ele estava a falar com o profeta, mas sua acusação estava, na verdade, a dirigir-se a Deus. Saul estava a dizer, “Tinha de fazer algo - estavam todos a desertar. Seguramente o Senhor não esperava que eu agüentasse mais tempo."
Não - Deus nunca se atrasa. O tempo todo, o Senhor conhecia cada passo que Samuel estava a tomar em direcção a Gilgal. Colocou o profeta numa rota de navegação celestial, planejando a cada segundo a sua chegada. Samuel estaria lá no sétimo dia, nem que fosse um minuto antes da meia noite. Podemos crer que Deus não enganou Saul neste aspecto; como vemos, Samuel chegou na hora.
À primeira vista, a reacção de Deus para com a desobediência de Saul parece severa. Samuel disse: "Obraste nesciamente, e não guardaste o mandamento que o Senhor teu Deus te ordenou; porque agora o Senhor teria confirmado o teu reino sobre Israel para sempre. Porém agora não subsistirá o teu reino: já tem buscado o Senhor para si um homem segundo o seu coração, e já lhe tem ordenado o Senhor, que seja chefe sobre o seu povo, porquanto não guardaste o que o Senhor te ordenou" (versos 13-14).
Poderá perguntar-se: "Porque é que Deus não abriu uma excepção para Saul, aqui? Este homem estava numa situação terrível. Além disso, ele apenas queria conquistar uma vitória para o Senhor. Porque é que a obediência de Saul era tão importante aqui?" Resposta: Deus queria que todos os poderes do inferno soubessem que a batalha é do Senhor - e é ganha por pessoas escolhidas, pessoas de fé que confiam e esperam Nele.
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O Que é Que Isto Nos Ensina Hoje?
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Deus não mudou com os tempos. Ele continua preocupado se o Seu povo obedece ou não ao Seu mandamento: "derdes ouvidos à sua voz, e não fordes rebeldes ao dito do Senhor" (I Samuel 12:15). Não importa se a sua vida está fora do controle - temos de caminhar em total confiança no Senhor. Mesmo quando parece que não há esperança, não ajamos em medo. Antes, deveremos esperar pacientemente que o Senhor nos livre, como nos promete a Sua Palavra.
O facto é que Deus ficou ao lado de Saul enquanto o exército filisteu o pressionava. O Senhor viu os carros retumbantes, e viu as armas afiadas a brilhar. Conhecia a crise em que Saul estava, com seus soldados amedrontados. Os Seus olhos estavam em cada detalhe.
Igualmente, o nosso Deus vê cada detalhe da sua crise. Ele vê todos os problemas da vida a pressioná-lo. E Ele está totalmente consciente que a sua situação piora de dia para dia. Os que oram e esperam Nele calmamente e com fé nunca estão em perigo real. Mais, ele conhece seus pensamentos de pânico: "Não vejo como pagar esta dívida... Não tenho esperanças para o meu casamento... Não sei como manter meu emprego." No entanto o seu mandamento continua fiel: "Não entres em pânico, nem te adiantes a Mim. Não faças nada, só tens de orar - e descansar em Mim. Eu honro todos os que confiam em Mim."
Relembre estas palavras dadas por Deus à igreja: "Sem fé é impossível agradar-Lhe" (Hebreus 11:6). "Confiai nele, ó povo, em todos os tempos; derramai perante Ele vosso coração. Deus é o nosso refúgio." (Salmo 62:8). "Vós, os que temeis ao Senhor, confiai no Senhor: ele é seu auxílio e seu escudo" (Salmo 115:11). "Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio conhecimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas." (Provérbios 3:5-6).
O Senhor é muito paciente conosco. Na realidade, Ele convida-nos, "trazei vossas firmes razões", ou “apresentai a vossa demanda” (Isaías 41:21). Ele sabe que os nossos antepassados passaram por momentos de dúvida, desde Abraão até os santos do Novo Testamento. Tempos houve, em que quiseram morrer, chorando, "Não suporto mais." Até Jesus teve um momento de dúvida, perguntando, "Porque me abandonaste?"
O nosso Deus sente cada golpe de dor, temor e pânico que vem sobre nós. Podemos receber repentinamente más notícias - um ente amado faleceu, um filho ou filha está-se a divorciar, o cônjuge teve um relacionamento extraconjugal. Nesses momentos Deus envia o Espírito Santo para nos consolar, acalmar a nossa dor e repousar nossos corações.
No entanto Saul permaneceu com medo e em pânico durante sete dias inteiros. E durante todo esse tempo, o Espírito Santo pedia-lhe que tomasse uma decisão: "Sim Saul, parece que não há esperança. Mas não tinhas exército anteriormente contra os amonitas, e Deus te salvou na época. Então, que vais fazer hoje? Obedecerás a palavra de Deus, não importa o que te aconteça ou ao reino? Dirás como Jó, ‘Ainda que pereça, Nele confiarei’?"
Sabemos que Deus conhece o coração de cada pessoa. E sabia que a decisão que Saul tomasse decidiria o rumo da sua vida dali em diante. Afinal de contas, ele teria de enfrentar muitas situações semelhantes. Ganhamos um pouco de visão da decisão de Saul nas suas palavras para Samuel: "Violentei-me, e ofereci holocausto" (I Samuel 13:12). A raiz da palavra "violentar-me", neste contexto significa "impedir-se". Com isto Saul queria dizer, "Tentei ser obediente. Impedi-me de ser desobediente o máximo possível. Mas finalmente tive de agir por minha conta e risco."
Como resultado, Deus deixou Saul e revogou sua nomeação como rei. Por que? Porque o Senhor sabia que a partir deste dia, Saul oferecer-Lhe-ia uma fé morta. Ele sabia que Saul não agüentaria outro teste de obediência. Em vez disso, acabaria produzindo maquinações e manipulações.
A incredulidade é mortal, as suas conseqüências são trágicas. E enfrentaremos conseqüências terríveis se tentarmos superar as provas por nós mesmos, em vez de confiarmos em Deus para as superar. Isto é explícito com a vida de Saul. Desde o momento em que Saul tomou a decisão fatídica de tomar as rédeas nas mãos, a sua vida desmoronou-se rapidamente. A sua descrença abriu as portas para todo o tipo de mal no seu coração.
De facto, a vida de Saul ilustra os degraus para a ruína causados pela descrença:
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1. Saul Tornou-se um Legalista da Pior Espécie.
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Após ter pecado, a alma de Saul tornou-se rígida e legalista. Este espírito legalista quase provocou a morte do seu amado filho Jônatas.
Jônatas e seu escudeiro decidiram realizar um ataque surpresa à guarnição filistéia. A emboscada causou tal confusão no campo filisteu que eles começaram a lutar entre si, matando-se uns aos outros. O estrondo era de tal ordem que: "e até a terra se alvoroçou" (I Samuel 14:15).
Quando Saul viu os filisteus em fuga, lançou um ataque total. Ordenou às suas tropas para lutar durante todo o dia sem parar. Ao anoitecer, os israelitas estavam tão fatigados que quase entravam em colapso. Mas Saul fez um voto tolo: se alguém parasse para comer antes de a batalha ter terminado, seria amaldiçoado.
Jônatas não conhecia o voto, pois estava a lutar numa área distante. Então fez uma breve pausa na luta. Como tal, aproveitou e comeu um pouco de mel de uma colmeia para se refrescar para a batalha.
Nessa noite, os soldados de Saul não agüentaram mais. Correram com avidez sobre os despojos do que tinham ganho e começaram a assar animais e a comê-los. Ora, a lei judaica estabelecia que qualquer animal deveria ser sangrado antes que pudesse ser comido. Então, quando Saul viu tal coisa, encheu-se de raiva. Replicou: "Vocês não respeitam a lei de Deus". "Eis que o povo peca contra o Senhor, comendo com sangue" (I Samuel 14:33).
Saul tinha se tornado legalista, nomeando-se a si próprio como policial da santidade divina. Sem dúvida, os sacerdotes que ali estavam aplaudiram-no, dizendo: "Graças a Deus Saul está assumindo posição em favor da santidade." Mas, de fato, Saul era o maior pecador em campo: estava em total desobediência, caminhando em estrondosa descrença. No entanto pôde declarar sem reflectir: "Que Deus tenha misericórdia do soldado faminto que quebrar um til da lei, comendo carne sangrante."
Nessa noite, Saul tomou outra decisão tola: decidiu que o exército ficaria toda a noite acordado para continuar em batalha. Entretanto, os sacerdotes protestaram, insistindo para que consultasse primeiro o Senhor. Porém quando oraram, Deus não respondeu. E aí Saul ficou indignado novamente. Declarou, "Deus não responde porque alguém pecou. Quem é o culpado?" Disse: "Porque vive o Senhor... ainda que seja o meu filho Jônatas, certamente morrerá" (I Samuel 14:39)
Este tipo de autodisciplina é verificado em todos os legalistas. Não confiam em Deus para lhes conceder essa rectidão, então tentam criar uma justiça sua. E acabam por criar um sistema que não tem em conta os seus próprios pecados e, contudo sublinha as falhas dos outros.
Saul decidiu lançar a sorte para descobrir quem tinha pecado. A sorte final caiu sobre si e sobre seu filho Jônatas. Imediatamente, Saul culpabilizou o filho dizendo: "Eu sei que não estou em pecado. Tem de ser tu." Jônatas admitiu que tinha comido o mel mas disse que nada sabia sobre o juramento. Não obstante Saul tinha agora entrado numa cruzada moral, empenhando-se para parecer santo. Se Deus não interviesse através do povo, Saul teria morto o próprio filho - apenas para provar o seu zelo sagrado.
Em minha opinião, incredulidade é a raiz de todo o legalismo. Como? Porque ela se recusa a aceitar as promessas de aliança vindas de Deus; as de que Seu Espírito subjuga os nossos pecados, nos dá poder para obedecer, instila o Seu temor em nós, leva-nos a andar em rectidão, dá-nos um ódio santo pelo pecado. Quando nos apartamos da verdade da aliança de Deus, deixando de confiar e esperar que Ele faça o trabalho, tornamo-nos legalistas. Criamos o nosso próprio conjunto de regras rígidas, destituídas do poder do Espírito.
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2. Saul Perdeu Todo Discernimento Espiritual.
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A descrença de Saul cauterizou sua consciência, tornando-o distraído quanto ao pecado. Repentinamente, o pecado perde sua "pecaminosidade" aos olhos daquele que, outrora, fora um homem de Deus.
Vemos um exemplo disto quando Samuel ordena a Saul que aniquilasse os amalequitas. O profeta deu a Saul instruções claras para destruir tudo o que dissesse respeito a Ameleque - suas famílias, seu gado, tudo. Não deveria poupar nada nem ninguém.
Contudo, quando a batalha terminou, Saul manteve o rei Agague como troféu vivo. Também guardou alguns dos despojos - o melhor do gado, das roupas e pertences amalequitas. Saul teve até a audácia de erguer um monumento a si próprio, em memória da sua vitória. Uma vez mais demonstrou seu acintoso desrespeito para com a palavra de Deus.
Quando Samuel chegou, não acreditou no que via. O campo de batalha tornara-se numa grande feira. As pessoas comercializavam gado, experimentavam roupas, assavam animais. Porém, o maior dos cúmulos é que lá estava o rei Agague em meio à cena.
Samuel dirigiu-se a Saul e perguntou: "Saul, que algazarra é esta que eu ouço?" Saul respondeu mentindo descaradamente: "Ah, o povo está a separar algum gado para que possam sacrificar ao Senhor por esta grande vitória Mas destruí todo o resto. Acatei fielmente o mandamento do Senhor. Vamos ter um grande reavivamento."
Samuel chorou alto. Perguntou a Saul, "Porque, pois, não atentaste à voz do Senhor, mas te lançaste ao despojo e fizeste o que era mal aos olhos do Senhor?" (I Samuel 15:19). Saul respondeu, "Antes, dei ouvidos à voz do Senhor...e trouxe a Agague, rei de Amaleque, e os amalequitas destruí totalmente" (verso 20)
Como pôde Saul ser tão cego? Mentiu diante de claras evidências de que desobedecera. Porém, tragicamente, Saul acreditou na própria mentira. Perdera todo o discernimento.
Alguns cristãos hoje em dia são exatamente como Saul. Entregam-se à toda espécie de desobediência, depois vão directamente para a igreja orar: "Senhor, dei-te o meu melhor. Toma - aceita o meu sacrifício de louvor." Estes crentes são como a mulher descrita em Provérbios: "Tal é o caminho da mulher adúltera: ela come, limpa sua boca e diz não cometi maldade." (Provérbios 30:20).
Como é que os cristãos chegam à uma situação destas? Começa quando recusam aceitar a justiça de Deus pela fé. Tentam estabelecer sua própria justiça tornando-se em legalistas e julgando os outros. Vacilam na fé, não esperando em Deus pela direcção - e fazem as coisas à sua maneira. Com o decorrer do tempo, perdem o discernimento, as suas consciências tornam-se totalmente cauterizadas. Finalmente, tornam-se partidários do próprio pecado.
De acordo com as Escrituras, é aqui que as sementes do ocultismo ganham raízes. Aos olhos de Deus, a desobediência em se crer na Sua palavra eqüivale à feitiçaria. Como Samuel disse a Saul nesta ocasião: "Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniquidade e idolatria." (I Samuel 15:23).
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3. Quando o Discernimento É Perdido e a Consciência Cauterizada,
Não Há Defesa Possível Contra o Espírito de Inveja
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"E o Espírito do Senhor se retirou de Saul, e o assombrava um espírito mau, da parte do Senhor". (I Samuel 16:14). Bem, Deus não enviou, literalmente, um espírito maligno sobre Saul. Apenas permitiu que o inevitável sucedesse. Veja, quando uma pessoa que é regida pela descrença chega a este ponto - tornando-se legalista, perdendo o discernimento e cauterizando a consciência - não há defesas contra a invasão dos espíritos de ciúme e inveja. E estes espíritos gémeos atemorizam toda a alma em que entram.
Por esta altura, Saul começa a ter espasmos demoníacos, vociferando e irando-se com todos. Os seus servos ficaram tão atemorizados, que chamaram Davi para tocar sua harpa e cantar salmos para Saul, tentando acalmar seu espírito. Claro, Davi era um homem que confiava totalmente no Senhor - e sua música ungida trouxe paz à alma de Saul.
O rei ficou tão grato que fez Davi capitão do exército. Porém quando este mostrou coragem e habilidade em batalha, Saul encheu-se de insana inveja contra ele. A inveja torna crentes em pessoas abomináveis. Todo aquele que não confia em Deus não confia nos outros tampouco. E pessoas invejosas ou ciumentas acusam os outros dos pecados mais evidentes neles próprios. Mais ainda, vêem-se como vítimas. Estão convencidas de que os outros estão sempre com inveja delas, constantemente a falar delas, constantemente a persegui-las. A inveja não é apenas uma fase que as pessoas atravessam - é um espírito vindo do inferno. Tira do povo de Deus todo o propósito celestial. Faz com que se concentrem em suas batalhas pequenas e carnais.
Pergunta-se de onde é que o seu espírito de ciúme vem? Insisto em que você olhe para trás, para os seus tempos de provação, e pergunte a si mesmo como é que reagiu. Comprometeu-se a confiar em Deus, aconteça o que acontecer? Ou abrigou o pensamento de que Deus não chegou a tempo para si?.
Considere o final trágico da alma incrédula de Saul. A sua última consulta antes de partir para a eternidade foi com uma bruxa. Escute as palavras finais de Saul: "Deus se tem desviado de mim, e não me responde mais" (I Samuel 28:15).
Porém há boas novas para todo o crente nesta era da Nova Aliança. Cristo pagou a penalidade da nossa rebelião. (Claro está que a graça de Deus e o Seu perdão estavam disponíveis para Saul, mas o seu coração manteve-se teimoso - e um coração obstinado nunca deseja misericórdia).
Jesus veio para quebrar o feitiço da descrença - para quebrar as correntes do legalismo e livrar-nos das algemas da inveja. Mas primeiro temos de admitir o nosso pecado. Temos de confessar a nossa incredulidade - e depois lançar o nosso futuro, a nossa liberdade e nosso livramento totalmente aos cuidados de Jesus. Ele chegará a tempo. O nosso papel é não fazer nada - apenas confiar Nele.
Temos que perceber que estamos sendo testados. E Deus assegura que todo o que persevera em fé e crê Nele, não importa quão desesperadora pareça a situação, será honrado. "Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa que o ouro, que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra e glória, na revelação de Jesus Cristo" (I Pedro 1:7).
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Usado através de permissão concedida por World Challenge, P. O. Box 260, Lindale, TX 75771, USA.
12 de junho de 2000
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Durante anos os israelitas almejaram ser governados por um rei humano. E finalmente, Deus permitiu-o. Ele disse ao profeta Samuel para ungir Saul para governar sobre Israel. Então o profeta encontrou-se com Saul, verteu uma vasilha de óleo sobre sua cabeça, e beijou-o. Depois disse a Saul, "Porventura te não tem ungido o Senhor por capitão sobre a sua herdade?" (I Samuel 10:1).
A nenhum ser humano poderia ser dado tamanho elogio. Basicamente, Samuel disse, "Saul, Deus é contigo. Tu és um vaso escolhido; selecionado com cuidado por Deus." Além disso, Deus abençoou Saul imediatamente com um coração disposto a cumprir o seu chamado: "Deus lhe mudou (a Saul) o coração em outro...e o espírito do Senhor se apoderou dele (Saul), e profetizou” (versículos 9-10).
Contudo, Saul não se vangloriava; não ostentava a sua unção ou condição. De facto, a Bíblia diz que ele próprio se viu pequeno (ver I Sam. 15:17). Vemos um exemplo da humildade de Saul quando este regressou à casa após o encontro com Samuel. O seu tio interpelou-o, curioso sobre o que se passara. Este tio tinha consciência de que Samuel tinha a reputação de falar apenas com um grande propósito em mente. Então implorou a seu sobrinho, "Por favor Saul, diz-me - o que é que Samuel te disse?"
Mas, as escrituras dizem, "Porém o negócio do reino, de que Samuel falara, (Saul) lhe não declarou" (10:16). Saul dispunha de notícias incríveis - no entanto não proferiu palavra alguma sobre isso. Pergunto-lhe: quantas pessoas você conhece que guardariam uma coisa destas para si?
Pouco depois Samuel reuniu o povo em Mizpá. O profeta tinha dois propósitos: primeiro, queria corrigir o povo por renunciar a Deus e desejar um rei humano. Segundo, queria apresentar-lhes Saul como o rei escolhido por Deus. Porém, quando chegou a hora de Saul ser apresentado, não o encontraram. Samuel enviou uma delegação a procurá-lo - e finalmente localizaram Saul escondido entre bagagens.
Quando Saul foi apresentado perante a multidão, tinha tudo o que eles desejavam num rei. Era alto e formoso, "mais alto do que todo o povo do ombro para cima" (10:23). Samuel disse, "em todo o povo não há nenhum semelhante a ele" (versículo 24). E Israel gritou em aprovação "Viva o rei" (mesmo versículo).
Nos dois primeiros anos, Saul provou ser um líder forte e piedoso. Quando ouviu que os amonitas tinham invadido Jebes-Gileade, "O espírito de Deus se apoderou de Saul" (11:6). Saul depressa recrutou uma milícia de 330.000 homens, e essa mistura heterogénea, um exército mal armado, derrotou os amonitas. Depois, Saul deu toda a glória a Deus (vide versículo 15). E em pouco tempo o piedoso rei conduziu Israel à vitória sobre todas as nações que os saquearam - Moabe, Amom, Edom, Ameleque, e até sobre os poderosos filisteus (vide 14:47-48).
Quem não gostaria de ter um homem assim para rei? Saul era humilde, corajoso, esplêndido de aparência, ajudado por Deus, movia-se poderosamente no Espírito, era atento à direcção do santo profeta. Saul era o modelo do líder fiel.
Porém, incrivelmente, este mesmo homem ungido iria morrer em total rebeldia. Pouco depois das suas vitórias incríveis, Saul perdeu a unção e foi-lhe retirado o reino. Foi abandonado por Deus, tornou-se incapaz de ouvir a voz do Espírito, e finalmente foi possuído por um espírito maligno. Acabou por matar inocentes. Ordenou a morte de sacerdotes indicados por Deus. E, na véspera da sua morte, procurou a orientação de uma feiticeira. O rei que uma vez conduzira Israel ao triunfo sobre os inimigos, acabou seus dias como um insano enraivecido.
Que triste fim para um, outrora, ungido servo de Deus. O que aconteceu a Saul? O que levou este homem humilde a descer à loucura e destruição? Teria havido algum ponto de viragem na vida de Saul, quando ele começou a se desgovernar?
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O Momento Chave Na Vida de Saul Ocorreu em I Samuel 13.
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Saul passou por um momento chave que todo o crente deverá com o tempo passar. É uma ocasião crucial de crise, quando somos forçados a decidir se vamos esperar em Deus pela fé, ou ficar impacientes e resolver o assunto com as próprias mãos.
O momento chave de Saul surgiu quando ameaçadoras nuvens de guerra se concentravam sobre Israel. Os filisteus tinham juntado um exército enorme de 6.000 cavaleiros, 30.000 carros, e legiões de soldados equipados com as armas mais recentes. Para Israel o número deles parecia "como a areia que está à borda do mar" (I Samuel 13:5). Em contraste, os israelitas tinham apenas 2 espadas no seu exército - uma para Saul, outra para seu filho, Jônatas. Todos os restantes tinham de utilizar armas alternativas como lanças de madeira ou rudes ferramentas agrícolas.
Agora, à medida que os israelitas viam os poderosos filisteus a aproximarem-se, entraram em pânico. "O povo se escondeu pelas cavernas, pelos espinhais, e pelos penhascos, e pelas fortificações e pelas covas" (13:6). Outros fugiam para outros países, para evitarem ser recrutados no exército de Saul. Outros desertaram em completa covardia. De repente o exército de 330.000 homens que derrotou os amonitas ficara reduzido a 600. E mesmo esses que ficaram, tremiam de medo (vide 13:7). A situação de Israel parecia desesperadora
Uma semana antes, Samuel advertira Saul que esperasse por si em Gilgal antes de ir para a batalha. O profeta disse-lhe que chegaria 7 dias depois para fazer os sacrifícios próprios para o Senhor. Não conhecemos o significado desta espera de 7 dias; talvez Samuel soubesse que viria de algum sítio distante onde a sua presença era necessária. Porém é mais provável que esta semana de espera tivesse o intuito de testar a fé de Saul.
Quando o sétimo dia chegou e Samuel não tinha chegado, os soldados de Saul começaram a se dispersar. Pior, o rei não tinha a direcção de Deus para a batalha. Agora, coloque-se na posição de Saul durante um momento. Veja o assustador exército filisteu a marchar na sua direcção. Sinta o poderoso retumbar dos carros. E quando olha para o que resta do seu exército, vê que eles estão a tremer com as suas armas insignificantes. Está tudo fora do controle. O que é que você vai fazer?
Você poderá perguntar, "Será que Saul tinha de ficar sentado ali sem fazer nada?" Sim - era exactamente isso que ele tinha de fazer. Esperar e orar. De facto, isto estava implícito quando Samuel apresentou Saul como rei. O profeta disse a Israel, "Se temerdes ao Senhor, e o servirdes, e deres ouvidos à sua voz, e não fordes rebeldes ao dito do Senhor, assim vós, como o rei (Saul) que reina sobre vós, seguireis ao Senhor vosso Deus. Mas se não derdes ouvidos à voz do Senhor, mas antes fordes rebeldes ao dito do Senhor, a mão do Senhor será contra vós" (12:14-15).
Samuel explicou, "O Senhor quer receber toda a glória pelo que Ele faz através do nosso rei. Ele quer que o mundo saiba que a vitória não vem pelas estratégias, pelas armas ou números - mas sacrificando a Deus através de oração fervorosa e confiança Nele."
Então, que atitude tomou Saul? Será que ficou firme e declarou, "Não quero saber se Samuel leva oito dias a chegar. Vou ficar firme na palavra de Deus para mim. Quer viva quer morra, obedecerei à Sua voz"? Não - Saul entrou em pânico. Deixou-se intimidar pelas circunstâncias. Acabou por manipular a situação torneando a palavra de Deus. Ordenou ao sacerdote presente, Abija, que sacrificasse sem a presença de Samuel.
Quando Samuel finalmente regressou, ficou horrorizado. Cheirou-lhe a carne queimada vinda do altar. Então perguntou a Saul, "Que fizeste?" (13:11). A pergunta do profeta sugere-nos que Saul não fazia a mínima idéia da gravidade do seu pecado. Samuel estava-lhe a perguntar, "Apercebeste-te do que fizeste? Dei-te uma ordem simples e clara. Não deverias fazer nada até eu chegar. Não estavas em perigo, mas tomaste o assunto nas tuas mãos. Agiste por medo, não em fé. Cometeste um pecado gravíssimo perante o Senhor."
Esta é a explicação de Saul: "Porquanto via que o povo se espalhava de mim, e tu não vinhas nos dias aprazados, e os filisteus já se tinham ajuntado em Micmás" (13:11). Note-se a acusação de Saul nas suas palavras: "Não regressaste a tempo Samuel." Ele estava a falar com o profeta, mas sua acusação estava, na verdade, a dirigir-se a Deus. Saul estava a dizer, “Tinha de fazer algo - estavam todos a desertar. Seguramente o Senhor não esperava que eu agüentasse mais tempo."
Não - Deus nunca se atrasa. O tempo todo, o Senhor conhecia cada passo que Samuel estava a tomar em direcção a Gilgal. Colocou o profeta numa rota de navegação celestial, planejando a cada segundo a sua chegada. Samuel estaria lá no sétimo dia, nem que fosse um minuto antes da meia noite. Podemos crer que Deus não enganou Saul neste aspecto; como vemos, Samuel chegou na hora.
À primeira vista, a reacção de Deus para com a desobediência de Saul parece severa. Samuel disse: "Obraste nesciamente, e não guardaste o mandamento que o Senhor teu Deus te ordenou; porque agora o Senhor teria confirmado o teu reino sobre Israel para sempre. Porém agora não subsistirá o teu reino: já tem buscado o Senhor para si um homem segundo o seu coração, e já lhe tem ordenado o Senhor, que seja chefe sobre o seu povo, porquanto não guardaste o que o Senhor te ordenou" (versos 13-14).
Poderá perguntar-se: "Porque é que Deus não abriu uma excepção para Saul, aqui? Este homem estava numa situação terrível. Além disso, ele apenas queria conquistar uma vitória para o Senhor. Porque é que a obediência de Saul era tão importante aqui?" Resposta: Deus queria que todos os poderes do inferno soubessem que a batalha é do Senhor - e é ganha por pessoas escolhidas, pessoas de fé que confiam e esperam Nele.
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Deus não mudou com os tempos. Ele continua preocupado se o Seu povo obedece ou não ao Seu mandamento: "derdes ouvidos à sua voz, e não fordes rebeldes ao dito do Senhor" (I Samuel 12:15). Não importa se a sua vida está fora do controle - temos de caminhar em total confiança no Senhor. Mesmo quando parece que não há esperança, não ajamos em medo. Antes, deveremos esperar pacientemente que o Senhor nos livre, como nos promete a Sua Palavra.
O facto é que Deus ficou ao lado de Saul enquanto o exército filisteu o pressionava. O Senhor viu os carros retumbantes, e viu as armas afiadas a brilhar. Conhecia a crise em que Saul estava, com seus soldados amedrontados. Os Seus olhos estavam em cada detalhe.
Igualmente, o nosso Deus vê cada detalhe da sua crise. Ele vê todos os problemas da vida a pressioná-lo. E Ele está totalmente consciente que a sua situação piora de dia para dia. Os que oram e esperam Nele calmamente e com fé nunca estão em perigo real. Mais, ele conhece seus pensamentos de pânico: "Não vejo como pagar esta dívida... Não tenho esperanças para o meu casamento... Não sei como manter meu emprego." No entanto o seu mandamento continua fiel: "Não entres em pânico, nem te adiantes a Mim. Não faças nada, só tens de orar - e descansar em Mim. Eu honro todos os que confiam em Mim."
Relembre estas palavras dadas por Deus à igreja: "Sem fé é impossível agradar-Lhe" (Hebreus 11:6). "Confiai nele, ó povo, em todos os tempos; derramai perante Ele vosso coração. Deus é o nosso refúgio." (Salmo 62:8). "Vós, os que temeis ao Senhor, confiai no Senhor: ele é seu auxílio e seu escudo" (Salmo 115:11). "Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio conhecimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas." (Provérbios 3:5-6).
O Senhor é muito paciente conosco. Na realidade, Ele convida-nos, "trazei vossas firmes razões", ou “apresentai a vossa demanda” (Isaías 41:21). Ele sabe que os nossos antepassados passaram por momentos de dúvida, desde Abraão até os santos do Novo Testamento. Tempos houve, em que quiseram morrer, chorando, "Não suporto mais." Até Jesus teve um momento de dúvida, perguntando, "Porque me abandonaste?"
O nosso Deus sente cada golpe de dor, temor e pânico que vem sobre nós. Podemos receber repentinamente más notícias - um ente amado faleceu, um filho ou filha está-se a divorciar, o cônjuge teve um relacionamento extraconjugal. Nesses momentos Deus envia o Espírito Santo para nos consolar, acalmar a nossa dor e repousar nossos corações.
No entanto Saul permaneceu com medo e em pânico durante sete dias inteiros. E durante todo esse tempo, o Espírito Santo pedia-lhe que tomasse uma decisão: "Sim Saul, parece que não há esperança. Mas não tinhas exército anteriormente contra os amonitas, e Deus te salvou na época. Então, que vais fazer hoje? Obedecerás a palavra de Deus, não importa o que te aconteça ou ao reino? Dirás como Jó, ‘Ainda que pereça, Nele confiarei’?"
Sabemos que Deus conhece o coração de cada pessoa. E sabia que a decisão que Saul tomasse decidiria o rumo da sua vida dali em diante. Afinal de contas, ele teria de enfrentar muitas situações semelhantes. Ganhamos um pouco de visão da decisão de Saul nas suas palavras para Samuel: "Violentei-me, e ofereci holocausto" (I Samuel 13:12). A raiz da palavra "violentar-me", neste contexto significa "impedir-se". Com isto Saul queria dizer, "Tentei ser obediente. Impedi-me de ser desobediente o máximo possível. Mas finalmente tive de agir por minha conta e risco."
Como resultado, Deus deixou Saul e revogou sua nomeação como rei. Por que? Porque o Senhor sabia que a partir deste dia, Saul oferecer-Lhe-ia uma fé morta. Ele sabia que Saul não agüentaria outro teste de obediência. Em vez disso, acabaria produzindo maquinações e manipulações.
A incredulidade é mortal, as suas conseqüências são trágicas. E enfrentaremos conseqüências terríveis se tentarmos superar as provas por nós mesmos, em vez de confiarmos em Deus para as superar. Isto é explícito com a vida de Saul. Desde o momento em que Saul tomou a decisão fatídica de tomar as rédeas nas mãos, a sua vida desmoronou-se rapidamente. A sua descrença abriu as portas para todo o tipo de mal no seu coração.
De facto, a vida de Saul ilustra os degraus para a ruína causados pela descrença:
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1. Saul Tornou-se um Legalista da Pior Espécie.
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Após ter pecado, a alma de Saul tornou-se rígida e legalista. Este espírito legalista quase provocou a morte do seu amado filho Jônatas.
Jônatas e seu escudeiro decidiram realizar um ataque surpresa à guarnição filistéia. A emboscada causou tal confusão no campo filisteu que eles começaram a lutar entre si, matando-se uns aos outros. O estrondo era de tal ordem que: "e até a terra se alvoroçou" (I Samuel 14:15).
Quando Saul viu os filisteus em fuga, lançou um ataque total. Ordenou às suas tropas para lutar durante todo o dia sem parar. Ao anoitecer, os israelitas estavam tão fatigados que quase entravam em colapso. Mas Saul fez um voto tolo: se alguém parasse para comer antes de a batalha ter terminado, seria amaldiçoado.
Jônatas não conhecia o voto, pois estava a lutar numa área distante. Então fez uma breve pausa na luta. Como tal, aproveitou e comeu um pouco de mel de uma colmeia para se refrescar para a batalha.
Nessa noite, os soldados de Saul não agüentaram mais. Correram com avidez sobre os despojos do que tinham ganho e começaram a assar animais e a comê-los. Ora, a lei judaica estabelecia que qualquer animal deveria ser sangrado antes que pudesse ser comido. Então, quando Saul viu tal coisa, encheu-se de raiva. Replicou: "Vocês não respeitam a lei de Deus". "Eis que o povo peca contra o Senhor, comendo com sangue" (I Samuel 14:33).
Saul tinha se tornado legalista, nomeando-se a si próprio como policial da santidade divina. Sem dúvida, os sacerdotes que ali estavam aplaudiram-no, dizendo: "Graças a Deus Saul está assumindo posição em favor da santidade." Mas, de fato, Saul era o maior pecador em campo: estava em total desobediência, caminhando em estrondosa descrença. No entanto pôde declarar sem reflectir: "Que Deus tenha misericórdia do soldado faminto que quebrar um til da lei, comendo carne sangrante."
Nessa noite, Saul tomou outra decisão tola: decidiu que o exército ficaria toda a noite acordado para continuar em batalha. Entretanto, os sacerdotes protestaram, insistindo para que consultasse primeiro o Senhor. Porém quando oraram, Deus não respondeu. E aí Saul ficou indignado novamente. Declarou, "Deus não responde porque alguém pecou. Quem é o culpado?" Disse: "Porque vive o Senhor... ainda que seja o meu filho Jônatas, certamente morrerá" (I Samuel 14:39)
Este tipo de autodisciplina é verificado em todos os legalistas. Não confiam em Deus para lhes conceder essa rectidão, então tentam criar uma justiça sua. E acabam por criar um sistema que não tem em conta os seus próprios pecados e, contudo sublinha as falhas dos outros.
Saul decidiu lançar a sorte para descobrir quem tinha pecado. A sorte final caiu sobre si e sobre seu filho Jônatas. Imediatamente, Saul culpabilizou o filho dizendo: "Eu sei que não estou em pecado. Tem de ser tu." Jônatas admitiu que tinha comido o mel mas disse que nada sabia sobre o juramento. Não obstante Saul tinha agora entrado numa cruzada moral, empenhando-se para parecer santo. Se Deus não interviesse através do povo, Saul teria morto o próprio filho - apenas para provar o seu zelo sagrado.
Em minha opinião, incredulidade é a raiz de todo o legalismo. Como? Porque ela se recusa a aceitar as promessas de aliança vindas de Deus; as de que Seu Espírito subjuga os nossos pecados, nos dá poder para obedecer, instila o Seu temor em nós, leva-nos a andar em rectidão, dá-nos um ódio santo pelo pecado. Quando nos apartamos da verdade da aliança de Deus, deixando de confiar e esperar que Ele faça o trabalho, tornamo-nos legalistas. Criamos o nosso próprio conjunto de regras rígidas, destituídas do poder do Espírito.
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2. Saul Perdeu Todo Discernimento Espiritual.
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A descrença de Saul cauterizou sua consciência, tornando-o distraído quanto ao pecado. Repentinamente, o pecado perde sua "pecaminosidade" aos olhos daquele que, outrora, fora um homem de Deus.
Vemos um exemplo disto quando Samuel ordena a Saul que aniquilasse os amalequitas. O profeta deu a Saul instruções claras para destruir tudo o que dissesse respeito a Ameleque - suas famílias, seu gado, tudo. Não deveria poupar nada nem ninguém.
Contudo, quando a batalha terminou, Saul manteve o rei Agague como troféu vivo. Também guardou alguns dos despojos - o melhor do gado, das roupas e pertences amalequitas. Saul teve até a audácia de erguer um monumento a si próprio, em memória da sua vitória. Uma vez mais demonstrou seu acintoso desrespeito para com a palavra de Deus.
Quando Samuel chegou, não acreditou no que via. O campo de batalha tornara-se numa grande feira. As pessoas comercializavam gado, experimentavam roupas, assavam animais. Porém, o maior dos cúmulos é que lá estava o rei Agague em meio à cena.
Samuel dirigiu-se a Saul e perguntou: "Saul, que algazarra é esta que eu ouço?" Saul respondeu mentindo descaradamente: "Ah, o povo está a separar algum gado para que possam sacrificar ao Senhor por esta grande vitória Mas destruí todo o resto. Acatei fielmente o mandamento do Senhor. Vamos ter um grande reavivamento."
Samuel chorou alto. Perguntou a Saul, "Porque, pois, não atentaste à voz do Senhor, mas te lançaste ao despojo e fizeste o que era mal aos olhos do Senhor?" (I Samuel 15:19). Saul respondeu, "Antes, dei ouvidos à voz do Senhor...e trouxe a Agague, rei de Amaleque, e os amalequitas destruí totalmente" (verso 20)
Como pôde Saul ser tão cego? Mentiu diante de claras evidências de que desobedecera. Porém, tragicamente, Saul acreditou na própria mentira. Perdera todo o discernimento.
Alguns cristãos hoje em dia são exatamente como Saul. Entregam-se à toda espécie de desobediência, depois vão directamente para a igreja orar: "Senhor, dei-te o meu melhor. Toma - aceita o meu sacrifício de louvor." Estes crentes são como a mulher descrita em Provérbios: "Tal é o caminho da mulher adúltera: ela come, limpa sua boca e diz não cometi maldade." (Provérbios 30:20).
Como é que os cristãos chegam à uma situação destas? Começa quando recusam aceitar a justiça de Deus pela fé. Tentam estabelecer sua própria justiça tornando-se em legalistas e julgando os outros. Vacilam na fé, não esperando em Deus pela direcção - e fazem as coisas à sua maneira. Com o decorrer do tempo, perdem o discernimento, as suas consciências tornam-se totalmente cauterizadas. Finalmente, tornam-se partidários do próprio pecado.
De acordo com as Escrituras, é aqui que as sementes do ocultismo ganham raízes. Aos olhos de Deus, a desobediência em se crer na Sua palavra eqüivale à feitiçaria. Como Samuel disse a Saul nesta ocasião: "Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniquidade e idolatria." (I Samuel 15:23).
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3. Quando o Discernimento É Perdido e a Consciência Cauterizada,
Não Há Defesa Possível Contra o Espírito de Inveja
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"E o Espírito do Senhor se retirou de Saul, e o assombrava um espírito mau, da parte do Senhor". (I Samuel 16:14). Bem, Deus não enviou, literalmente, um espírito maligno sobre Saul. Apenas permitiu que o inevitável sucedesse. Veja, quando uma pessoa que é regida pela descrença chega a este ponto - tornando-se legalista, perdendo o discernimento e cauterizando a consciência - não há defesas contra a invasão dos espíritos de ciúme e inveja. E estes espíritos gémeos atemorizam toda a alma em que entram.
Por esta altura, Saul começa a ter espasmos demoníacos, vociferando e irando-se com todos. Os seus servos ficaram tão atemorizados, que chamaram Davi para tocar sua harpa e cantar salmos para Saul, tentando acalmar seu espírito. Claro, Davi era um homem que confiava totalmente no Senhor - e sua música ungida trouxe paz à alma de Saul.
O rei ficou tão grato que fez Davi capitão do exército. Porém quando este mostrou coragem e habilidade em batalha, Saul encheu-se de insana inveja contra ele. A inveja torna crentes em pessoas abomináveis. Todo aquele que não confia em Deus não confia nos outros tampouco. E pessoas invejosas ou ciumentas acusam os outros dos pecados mais evidentes neles próprios. Mais ainda, vêem-se como vítimas. Estão convencidas de que os outros estão sempre com inveja delas, constantemente a falar delas, constantemente a persegui-las. A inveja não é apenas uma fase que as pessoas atravessam - é um espírito vindo do inferno. Tira do povo de Deus todo o propósito celestial. Faz com que se concentrem em suas batalhas pequenas e carnais.
Pergunta-se de onde é que o seu espírito de ciúme vem? Insisto em que você olhe para trás, para os seus tempos de provação, e pergunte a si mesmo como é que reagiu. Comprometeu-se a confiar em Deus, aconteça o que acontecer? Ou abrigou o pensamento de que Deus não chegou a tempo para si?.
Considere o final trágico da alma incrédula de Saul. A sua última consulta antes de partir para a eternidade foi com uma bruxa. Escute as palavras finais de Saul: "Deus se tem desviado de mim, e não me responde mais" (I Samuel 28:15).
Porém há boas novas para todo o crente nesta era da Nova Aliança. Cristo pagou a penalidade da nossa rebelião. (Claro está que a graça de Deus e o Seu perdão estavam disponíveis para Saul, mas o seu coração manteve-se teimoso - e um coração obstinado nunca deseja misericórdia).
Jesus veio para quebrar o feitiço da descrença - para quebrar as correntes do legalismo e livrar-nos das algemas da inveja. Mas primeiro temos de admitir o nosso pecado. Temos de confessar a nossa incredulidade - e depois lançar o nosso futuro, a nossa liberdade e nosso livramento totalmente aos cuidados de Jesus. Ele chegará a tempo. O nosso papel é não fazer nada - apenas confiar Nele.
Temos que perceber que estamos sendo testados. E Deus assegura que todo o que persevera em fé e crê Nele, não importa quão desesperadora pareça a situação, será honrado. "Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa que o ouro, que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra e glória, na revelação de Jesus Cristo" (I Pedro 1:7).
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Usado através de permissão concedida por World Challenge, P. O. Box 260, Lindale, TX 75771, USA.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Somos as Pedras que vão destruir as obras do diabo: A Igreja Eterna, Igreja Gloriosa, em Nome de Jesus!!!
‘‘Somos as pedras que vão destruir os reinos do diabo’’
A Igreja de Jesus Cristo é a pedra que se levanta no mundo para destruir os reinos de Satanás na Terra. Baseado no texto de Daniel 2.31-35, a visão de Daniel nos mostra os reinos que Satanás tem na Terra e que são destruídos pela ação da Igreja .
‘‘Deus mostra a Daniel uma estátua que tinha a cabeça de ouro, que significa o reino do intelecto. Quanto mais o pecado se multiplica, mais as pessoas são atraídas pelo poder da mente, desprezando o poder de Deus. Esta coroa de ouro significa retirar a coroa de ouro que está sobre Jesus. O poder do intelecto retira essa coroa de ouro e coloca a capacidade humana’’.
Em Mateus 15.17, vemos que foi colocada na cabeça do Senhor uma coroa de espinhos, que tem um significado profundo, pois Cristo é o cabeça da Igreja. ‘‘A grande luta que você enfrenta é aquilo que teus pensamentos te levam a entrar em conflito com aquilo que Deus tem para sua vida. Muitos são atraídos pelo conhecimento intelectual e desprezam as coisas de Deus. As coisas espirituais se discernem espiritualmente’’.
‘‘Daniel viu uma imagem terrível com peito e braços de prata, que significa o reino do pecado que toca no peito, nos sentimentos. Quantas pessoas confessam que amam a Cristo e mudam completamente. É o sentimento sendo roubado por Satanás. Nós não podemos conviver com o pecado, o que é transgredir a vontade do Senhor. Por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos se esfriará. O pecado quer dominar sua vida, destruindo seus sentimentos, fazendo com que seus braços fiquem impossibilitados de abraçar sua fé. Não podemos servir a dois senhores, a Deus e às mentiras. O diabo tem transformado as pessoas em massa de manobra. Daniel viu isso naquela imagem. Satanás não vai impedir você de abraçar seu ministério!’’.
A terceira parte da estatua da visão de Daniel, eram o ventre e os quadris de bronzes, que representam a religiosidade. ‘‘A religiosidade é estéril. Alguém amou nossas vidas a ponto de pregar para nós, mas a visão de ganhar almas está desaparecendo. O religioso não se preocupa em dar frutos para o Senhor e por isso vive com uma armadura que o impossibilita de se mover em direção às pessoas’’
O reino da religiosidade é violento e homicida e começou com Caim e Abel. ‘‘Hoje existem milhares de pessoas mortas espiritualmente, porque a Igreja não soube apascentar e amar. A crueldade da religiosidade foi usada para que Judas traísse a Cristo e para que ele fosse crucificado. A religiosidade é um grande mal, mas ela não tem poder sobre a Igreja de Cristo.’’
Na quarta parte da visão, disse ele, Daniel viu pés de barro e ferro. ‘‘Tente fazer uma construção com ferro e barro. Não tem liga. Mas Daniel viu este reino, que é o reino das deformações humanas. O espírito de divisão e competição impera, a doença que mata é a auto-suficiência humana’’.
O diabo escolheu este caminho, da divisão. ‘‘Quando a comunhão é quebrada, o corpo enfraquece. Para enfrentar esta malignidade, esses reinos precisam ser desfeitos por homens apostólicos e cheios do poder de Deus. A Igreja é edificada sobre homens que receberam poder para destruir os reinos de Satanás. A pedra que feriu a estátua, citada no versículo 35 de Daniel 2, é a Igreja de Jesus Cristo’’.
Em 1ª Samuel 17.40, vemos que Davi pegou cinco pedras, que representam a Igreja Apostólica do Senhor Jesus. Estas pedras são trabalhadas por Deus. ‘‘Não tem mãos humanas trabalhando sua vida, você é a pedra trabalhada pelo Deus todo poderoso. O Senhor está lapidando sua vida para algo grande que você não imagina.’’ Ele também acrescentou que nada pode abalar esta pedra, pois a Igreja está firmada no Senhor. ‘‘Esta pedra vai crescer! Ela está crescendo e se transformando em uma grande montanha, aquela sobre a qual Jesus vai voltar e depositar os pés sobre ela!’’.
A Igreja de Jesus é a pedra que será jogada para destruir a cabeça do gigante. ‘‘Como está em Apocalipse 18.21, quando o anjo pegou a pedra e destruiu a Babilônia, o povo de Deus está sendo levantado para destruir as obras do diabo! As pedras vivas estão cantando e dançando e glorificando a Deus!’’
‘‘Somos as pedras que vão destruir os reinos do diabo’’
A Igreja de Jesus Cristo é a pedra que se levanta no mundo para destruir os reinos de Satanás na Terra. Baseado no texto de Daniel 2.31-35, fala que a visão de Daniel nos mostra os reinos que Satanás tem na Terra e que são destruídos pela ação da Igreja Apostólica.
‘‘Deus mostra a Daniel uma estátua que tinha a cabeça de ouro, que significa o reino do intelecto. Quanto mais o pecado se multiplica, mais as pessoas são atraídas pelo poder da mente, desprezando o poder de Deus. Esta coroa de ouro significa retirar a coroa de ouro que está sobre Jesus. O poder do intelecto retira essa coroa de ouro e coloca a capacidade humana’’.
Em Mateus 15.17, vemos que foi colocada na cabeça do Senhor uma coroa de espinhos, que tem um significado profundo, pois Cristo é o cabeça da Igreja. ‘‘A grande luta que você enfrenta é aquilo que teus pensamentos te levam a entrar em conflito com aquilo que Deus tem para sua vida. Muitos são atraídos pelo conhecimento intelectual e desprezam as coisas de Deus. As coisas espirituais se discernem espiritualmente’’.
‘‘Daniel viu uma imagem terrível com peito e braços de prata, que significa o reino do pecado que toca no peito, nos sentimentos. Quantas pessoas confessam que amam a Cristo e mudam completamente. É o sentimento sendo roubado por Satanás. Nós não podemos conviver com o pecado, o que é transgredir a vontade do Senhor. Por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos se esfriará. O pecado quer dominar sua vida, destruindo seus sentimentos, fazendo com que seus braços fiquem impossibilitados de abraçar sua fé. Não podemos servir a dois senhores, a Deus e às mentiras. O diabo tem transformado as pessoas em massa de manobra. Daniel viu isso naquela imagem. Satanás não vai impedir você de abraçar seu ministério!’’.
A terceira parte da estatua da visão de Daniel, eram o ventre e os quadris de bronzes, que representam a religiosidade. ‘‘A religiosidade é estéril. Alguém amou nossas vidas a ponto de pregar para nós, mas a visão de ganhar almas está desaparecendo. O religioso não se preocupa em dar frutos para o Senhor e por isso vive com uma armadura que o impossibilita de se mover em direção às pessoas’’.
O reino da religiosidade é violento e homicida e começou com Caim e Abel. ‘‘Hoje existem milhares de pessoas mortas espiritualmente, porque a Igreja não soube apascentar e amar. A crueldade da religiosidade foi usada para que Judas traísse a Cristo e para que ele fosse crucificado. A religiosidade é um grande mal, mas ela não tem poder sobre a Igreja de Cristo.’’
Na quarta parte da visão, disse ele, Daniel viu pés de barro e ferro. ‘‘Tente fazer uma construção com ferro e barro. Não tem liga. Mas Daniel viu este reino, que é o reino das deformações humanas. O espírito de divisão e competição impera, a doença que mata é a auto-suficiência humana’’.
O diabo escolheu este caminho, da divisão. ‘‘Quando a comunhão é quebrada, o corpo enfraquece. Para enfrentar esta malignidade, esses reinos precisam ser desfeitos por homens apostólicos e cheios do poder de Deus. A Igreja é edificada sobre homens apostólicos que receberam poder para destruir os reinos de Satanás. A pedra que feriu a estátua, citada no versículo 35 de Daniel 2, é a Igreja de Jesus Cristo’’.
Lembremos, em 1ª Samuel 17.40, vemos que Davi pegou cinco pedras, que representam a Igreja Apostólica do Senhor Jesus. Estas pedras são trabalhadas por Deus. ‘‘Não tem mãos humanas trabalhando sua vida, você é a pedra trabalhada pelo Deus todo poderoso. O Senhor está lapidando sua vida para algo grande que você não imagina.’’ Aceasentamos aquui que nada pode abalar esta pedra, pois a Igreja está firmada no Senhor. ‘‘Esta pedra vai crescer! Ela está crescendo e se transformando em uma grande montanha, aquela sobre a qual Jesus vai voltar e depositar os pés sobre ela!’’.
A Igreja de Jesus é a pedra que será jogada para destruir a cabeça do gigante. ‘‘Como está em Apocalipse 18.21, quando o anjo pegou a pedra e destruiu a Babilônia, o povo de Deus está sendo levantado para destruir as obras do diabo! As pedras vivas estão cantando e dançando e glorificando a Deus!’’
A Igreja de Jesus Cristo é a pedra que se levanta no mundo para destruir os reinos de Satanás na Terra. Baseado no texto de Daniel 2.31-35, a visão de Daniel nos mostra os reinos que Satanás tem na Terra e que são destruídos pela ação da Igreja .
‘‘Deus mostra a Daniel uma estátua que tinha a cabeça de ouro, que significa o reino do intelecto. Quanto mais o pecado se multiplica, mais as pessoas são atraídas pelo poder da mente, desprezando o poder de Deus. Esta coroa de ouro significa retirar a coroa de ouro que está sobre Jesus. O poder do intelecto retira essa coroa de ouro e coloca a capacidade humana’’.
Em Mateus 15.17, vemos que foi colocada na cabeça do Senhor uma coroa de espinhos, que tem um significado profundo, pois Cristo é o cabeça da Igreja. ‘‘A grande luta que você enfrenta é aquilo que teus pensamentos te levam a entrar em conflito com aquilo que Deus tem para sua vida. Muitos são atraídos pelo conhecimento intelectual e desprezam as coisas de Deus. As coisas espirituais se discernem espiritualmente’’.
‘‘Daniel viu uma imagem terrível com peito e braços de prata, que significa o reino do pecado que toca no peito, nos sentimentos. Quantas pessoas confessam que amam a Cristo e mudam completamente. É o sentimento sendo roubado por Satanás. Nós não podemos conviver com o pecado, o que é transgredir a vontade do Senhor. Por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos se esfriará. O pecado quer dominar sua vida, destruindo seus sentimentos, fazendo com que seus braços fiquem impossibilitados de abraçar sua fé. Não podemos servir a dois senhores, a Deus e às mentiras. O diabo tem transformado as pessoas em massa de manobra. Daniel viu isso naquela imagem. Satanás não vai impedir você de abraçar seu ministério!’’.
A terceira parte da estatua da visão de Daniel, eram o ventre e os quadris de bronzes, que representam a religiosidade. ‘‘A religiosidade é estéril. Alguém amou nossas vidas a ponto de pregar para nós, mas a visão de ganhar almas está desaparecendo. O religioso não se preocupa em dar frutos para o Senhor e por isso vive com uma armadura que o impossibilita de se mover em direção às pessoas’’
O reino da religiosidade é violento e homicida e começou com Caim e Abel. ‘‘Hoje existem milhares de pessoas mortas espiritualmente, porque a Igreja não soube apascentar e amar. A crueldade da religiosidade foi usada para que Judas traísse a Cristo e para que ele fosse crucificado. A religiosidade é um grande mal, mas ela não tem poder sobre a Igreja de Cristo.’’
Na quarta parte da visão, disse ele, Daniel viu pés de barro e ferro. ‘‘Tente fazer uma construção com ferro e barro. Não tem liga. Mas Daniel viu este reino, que é o reino das deformações humanas. O espírito de divisão e competição impera, a doença que mata é a auto-suficiência humana’’.
O diabo escolheu este caminho, da divisão. ‘‘Quando a comunhão é quebrada, o corpo enfraquece. Para enfrentar esta malignidade, esses reinos precisam ser desfeitos por homens apostólicos e cheios do poder de Deus. A Igreja é edificada sobre homens que receberam poder para destruir os reinos de Satanás. A pedra que feriu a estátua, citada no versículo 35 de Daniel 2, é a Igreja de Jesus Cristo’’.
Em 1ª Samuel 17.40, vemos que Davi pegou cinco pedras, que representam a Igreja Apostólica do Senhor Jesus. Estas pedras são trabalhadas por Deus. ‘‘Não tem mãos humanas trabalhando sua vida, você é a pedra trabalhada pelo Deus todo poderoso. O Senhor está lapidando sua vida para algo grande que você não imagina.’’ Ele também acrescentou que nada pode abalar esta pedra, pois a Igreja está firmada no Senhor. ‘‘Esta pedra vai crescer! Ela está crescendo e se transformando em uma grande montanha, aquela sobre a qual Jesus vai voltar e depositar os pés sobre ela!’’.
A Igreja de Jesus é a pedra que será jogada para destruir a cabeça do gigante. ‘‘Como está em Apocalipse 18.21, quando o anjo pegou a pedra e destruiu a Babilônia, o povo de Deus está sendo levantado para destruir as obras do diabo! As pedras vivas estão cantando e dançando e glorificando a Deus!’’
‘‘Somos as pedras que vão destruir os reinos do diabo’’
A Igreja de Jesus Cristo é a pedra que se levanta no mundo para destruir os reinos de Satanás na Terra. Baseado no texto de Daniel 2.31-35, fala que a visão de Daniel nos mostra os reinos que Satanás tem na Terra e que são destruídos pela ação da Igreja Apostólica.
‘‘Deus mostra a Daniel uma estátua que tinha a cabeça de ouro, que significa o reino do intelecto. Quanto mais o pecado se multiplica, mais as pessoas são atraídas pelo poder da mente, desprezando o poder de Deus. Esta coroa de ouro significa retirar a coroa de ouro que está sobre Jesus. O poder do intelecto retira essa coroa de ouro e coloca a capacidade humana’’.
Em Mateus 15.17, vemos que foi colocada na cabeça do Senhor uma coroa de espinhos, que tem um significado profundo, pois Cristo é o cabeça da Igreja. ‘‘A grande luta que você enfrenta é aquilo que teus pensamentos te levam a entrar em conflito com aquilo que Deus tem para sua vida. Muitos são atraídos pelo conhecimento intelectual e desprezam as coisas de Deus. As coisas espirituais se discernem espiritualmente’’.
‘‘Daniel viu uma imagem terrível com peito e braços de prata, que significa o reino do pecado que toca no peito, nos sentimentos. Quantas pessoas confessam que amam a Cristo e mudam completamente. É o sentimento sendo roubado por Satanás. Nós não podemos conviver com o pecado, o que é transgredir a vontade do Senhor. Por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos se esfriará. O pecado quer dominar sua vida, destruindo seus sentimentos, fazendo com que seus braços fiquem impossibilitados de abraçar sua fé. Não podemos servir a dois senhores, a Deus e às mentiras. O diabo tem transformado as pessoas em massa de manobra. Daniel viu isso naquela imagem. Satanás não vai impedir você de abraçar seu ministério!’’.
A terceira parte da estatua da visão de Daniel, eram o ventre e os quadris de bronzes, que representam a religiosidade. ‘‘A religiosidade é estéril. Alguém amou nossas vidas a ponto de pregar para nós, mas a visão de ganhar almas está desaparecendo. O religioso não se preocupa em dar frutos para o Senhor e por isso vive com uma armadura que o impossibilita de se mover em direção às pessoas’’.
O reino da religiosidade é violento e homicida e começou com Caim e Abel. ‘‘Hoje existem milhares de pessoas mortas espiritualmente, porque a Igreja não soube apascentar e amar. A crueldade da religiosidade foi usada para que Judas traísse a Cristo e para que ele fosse crucificado. A religiosidade é um grande mal, mas ela não tem poder sobre a Igreja de Cristo.’’
Na quarta parte da visão, disse ele, Daniel viu pés de barro e ferro. ‘‘Tente fazer uma construção com ferro e barro. Não tem liga. Mas Daniel viu este reino, que é o reino das deformações humanas. O espírito de divisão e competição impera, a doença que mata é a auto-suficiência humana’’.
O diabo escolheu este caminho, da divisão. ‘‘Quando a comunhão é quebrada, o corpo enfraquece. Para enfrentar esta malignidade, esses reinos precisam ser desfeitos por homens apostólicos e cheios do poder de Deus. A Igreja é edificada sobre homens apostólicos que receberam poder para destruir os reinos de Satanás. A pedra que feriu a estátua, citada no versículo 35 de Daniel 2, é a Igreja de Jesus Cristo’’.
Lembremos, em 1ª Samuel 17.40, vemos que Davi pegou cinco pedras, que representam a Igreja Apostólica do Senhor Jesus. Estas pedras são trabalhadas por Deus. ‘‘Não tem mãos humanas trabalhando sua vida, você é a pedra trabalhada pelo Deus todo poderoso. O Senhor está lapidando sua vida para algo grande que você não imagina.’’ Aceasentamos aquui que nada pode abalar esta pedra, pois a Igreja está firmada no Senhor. ‘‘Esta pedra vai crescer! Ela está crescendo e se transformando em uma grande montanha, aquela sobre a qual Jesus vai voltar e depositar os pés sobre ela!’’.
A Igreja de Jesus é a pedra que será jogada para destruir a cabeça do gigante. ‘‘Como está em Apocalipse 18.21, quando o anjo pegou a pedra e destruiu a Babilônia, o povo de Deus está sendo levantado para destruir as obras do diabo! As pedras vivas estão cantando e dançando e glorificando a Deus!’’
sábado, 11 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
O Nevoeiro do Coração Partido
O Nevoeiro do Coração Partido
agosto 16, 2010 Oi pessoal,
Recebi este texto do Max Lucado (Blog - Ana Paula Valadão) e compartilho com vocês. Foi edificante para mim, e espero que seja para vocês também! Veja:
O nevoeiro do coração partido
de Max Lucado
É um nevoeiro escuro que aprisiona furtivamente a alma e se recusa a ir embora. É uma neblina silenciosa que esconde o sol e chama as trevas. É uma nuvem pesada que não honra qualquer hora nem respeita quem quer que seja. Depressão, desânimo, desapontamento, dúvida… todos são companheiros desta presença temida.
O nevoeiro do coração partido desorienta a nossa vida. Ele torna difícil ver o caminho. Abaixe as suas luzes. Limpe o pára-brisa. Ande mais devagar. Faça o que quiser, nada ajuda. Quando este nevoeiro nos rodeia, nossa visão fica bloqueada e o amanhã está para sempre distante. Quando esta escuridão ondulada nos envolve, as palavras mais sinceras de ajuda e esperança não passam de frases vazias.
Se você já foi traído por um amigo, sabe o que estou dizendo. Se já foi abandonado por um cônjuge ou um pai, já viu esse nevoeiro. Se já colocou uma pá de terra sobre o caixão de um ente querido ou ficou vigiando junto ao leito de alguém que ama, você reconhece também esta nuvem.
Se já esteve neste nevoeiro, ou está nele agora, pode estar certo de uma coisa — não se encontra sozinho. Até o mais esperto dos capitães da marinha já perdeu o rumo ao aparecer essa nuvem indesejada. Como disse certo comediante: “Se os corações partidos fossem anúncios, todos apareceríamos na televisão.”
Faça um retrospecto dos últimos dois ou três meses. Quantos corações partidos encontrou? Quantos espíritos feridos teve ocasião de observar? Quantas histórias de tragédias chegou a ler?
Minha própria reflexão é cautelosa:
- A mulher que perdeu o marido e o filho num terrível acidente automobilístico.
- A atraente mãe de três crianças que foi abandonada pelo cônjuge.
- O garoto atropelado e morto por um caminhão de lixo, quando saía do ônibus da escola. A mãe, que o esperava, testemunhou a tragédia.
- Os pais que encontraram o filho adolescente morto na floresta atrás de sua casa. Ele se enforcara com o próprio cinto numa árvore.
A lista continua indefinidamente. Tragédias nebulosas. Como cegam nossa visão e destroem os nossos sonhos. Esqueça todas as grandes esperanças de alcançar o mundo. Esqueça todos os planos de mudar a sociedade. Esqueça todas as aspirações de mover montanhas. Esqueça tudo isso. S6 me ajude a atravessar a noite.
O sofrimento do coração partido.
Venha comigo assistir aquela que foi talvez a noite mais enevoada da história. A cena é muito simples, você vai reconhecê-la rapidamente. Um bosque de oliveiras retorcidas. O chão coberto de pedras grandes. Um muro baixo de pedras. Uma noite escura, muito escura.
Veja agora o quadro. Olhe atentamente através da folhagem sombria. Vê aquela pessoa?
Vê aquela figura solitária? O que ele está fazendo? Deitado no chão. O rosto manchado de terra e lágrimas. Os punhos batendo no solo. Os olhos arregalados com o estupor do medo. O cabelo emaranhado por causa do suor salgado. Será aquilo sangue em sua testa?
Esse é Jesus. Jesus no Jardim do Getsêmani.
Você talvez tenha visto o retrato clássico de Cristo no jardim. Ajoelhado junto a uma grande rocha. Um alvo manto. Mãos pacificamente unidas em oração. Um olhar sereno em seu rosto. Um halo sobre a sua cabeça. Um raio de luz do céu, iluminando seu cabelo castanho dourado.
Eu não sou artista, mas posso dizer-lhe algo. O homem que pintou esse quadro não usou o evangelho de Marcos como modelo. Veja o que Marcos escreveu sobre aquela noite penosa:
“Então, foram a um lugar chamado Getsêmani; ali chegados, disse Jesus a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou orar. E, levando consigo a Pedro, Tiago e João, começou a sentir-se tomado de pavor e de angústia. E lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai.
E, adiantando-se um pouco, prostrou-se em terra; e orava para que, se possível, lhe fosse poupada aquela hora. E dizia: Aba, Pai, tudo te é possível; passa de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, e sim o que tu queres.
Voltando, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Simão, tu dormes? Não pudeste vigiar nem uma hora? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.
Retirando-se de novo, orou repetindo as mesmas palavras. Voltando, achou-os outra vez dormindo, porque os seus olhos estavam pesados; e não sabiam o que lhe responder.
E veio pela terceira vez e disse-lhes: Ainda dormis e repousais! Basta! Chegou a hora; o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores. Levantai-vos, vamos! Eis que o traidor se aproxima.”[1]
Observe estas frases: “Começou a sentir-se tomado de pavor e de angústia.” “Minha alma está profundamente triste.” “E, adiantando-se um pouco, prostrou-se em terra.”
Este parece um quadro de um Jesus santo, repousando na palma de Deus? De modo algum. Marcos usou tinta preta para descrever esta cena. Vemos um Jesus agonizante, lutando e se esforçando. Vemos um “homem de dores”.[2] Vemos um homem enfrentando o medo, em luta com os compromissos e ansiando por alívio.
Vemos Jesus no nevoeiro de um coração partido.
O escritor de Hebreus iria dizer mais tarde, “Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte”.[3]
Que descrição! Jesus sofrendo. Jesus às portas do medo. Jesus não está revestido de santidade, mas de humanidade.
Da próxima vez que o nevoeiro o envolver, você faria bem em lembrar-se de Jesus no jardim. Da próxima vez em que pensar que ninguém compreende, releia o capítulo 14 de Marcos. Da próxima vez que a autopiedade o convencer de que ninguém se importa, vá visitar o Getsêmani. E da próxima vez em que ficar imaginando se Deus realmente percebe a dor que prevalece neste poeirento planeta, ouça-o suplicando entre as árvores retorcidas.
Este é o meu ponto. Ver Deus desse modo faz maravilhas em relação ao nosso próprio sofrimento. Deus jamais foi tão humano quanto nessa hora. Deus jamais esteve mais próximo de nós do que quando sofreu. A Encarnação jamais foi tão cumprida quanto no jardim.
Como resultado, o tempo passado no nevoeiro da dor poderia ser o maior dom de Deus. Poderia ser a hora em que finalmente vemos nosso Criador. E verdade que no sofrimento Deus se assemelha mais ao homem; talvez em nosso sofrimento possamos ver a Deus como nunca antes.
Da próxima vez em que você for chamado para sofrer, observe. Talvez esse seja o ponto mais próximo em que vai estar de Deus. Preste muita atenção. Pode muito bem ser que a mão que se estende para guiá-lo para fora do nevoeiro esteja traspassada.
[1] Marcos 14:32-42
[2] Isaias 53:3
[3] Hebreus 5:7, o grifo é meu.
Copyright © 1999 Editora Vida Cristã. Todos os direitos reservados.
Deus te abençoe!
Deus é FIEL!!!
agosto 16, 2010 Oi pessoal,
Recebi este texto do Max Lucado (Blog - Ana Paula Valadão) e compartilho com vocês. Foi edificante para mim, e espero que seja para vocês também! Veja:
O nevoeiro do coração partido
de Max Lucado
É um nevoeiro escuro que aprisiona furtivamente a alma e se recusa a ir embora. É uma neblina silenciosa que esconde o sol e chama as trevas. É uma nuvem pesada que não honra qualquer hora nem respeita quem quer que seja. Depressão, desânimo, desapontamento, dúvida… todos são companheiros desta presença temida.
O nevoeiro do coração partido desorienta a nossa vida. Ele torna difícil ver o caminho. Abaixe as suas luzes. Limpe o pára-brisa. Ande mais devagar. Faça o que quiser, nada ajuda. Quando este nevoeiro nos rodeia, nossa visão fica bloqueada e o amanhã está para sempre distante. Quando esta escuridão ondulada nos envolve, as palavras mais sinceras de ajuda e esperança não passam de frases vazias.
Se você já foi traído por um amigo, sabe o que estou dizendo. Se já foi abandonado por um cônjuge ou um pai, já viu esse nevoeiro. Se já colocou uma pá de terra sobre o caixão de um ente querido ou ficou vigiando junto ao leito de alguém que ama, você reconhece também esta nuvem.
Se já esteve neste nevoeiro, ou está nele agora, pode estar certo de uma coisa — não se encontra sozinho. Até o mais esperto dos capitães da marinha já perdeu o rumo ao aparecer essa nuvem indesejada. Como disse certo comediante: “Se os corações partidos fossem anúncios, todos apareceríamos na televisão.”
Faça um retrospecto dos últimos dois ou três meses. Quantos corações partidos encontrou? Quantos espíritos feridos teve ocasião de observar? Quantas histórias de tragédias chegou a ler?
Minha própria reflexão é cautelosa:
- A mulher que perdeu o marido e o filho num terrível acidente automobilístico.
- A atraente mãe de três crianças que foi abandonada pelo cônjuge.
- O garoto atropelado e morto por um caminhão de lixo, quando saía do ônibus da escola. A mãe, que o esperava, testemunhou a tragédia.
- Os pais que encontraram o filho adolescente morto na floresta atrás de sua casa. Ele se enforcara com o próprio cinto numa árvore.
A lista continua indefinidamente. Tragédias nebulosas. Como cegam nossa visão e destroem os nossos sonhos. Esqueça todas as grandes esperanças de alcançar o mundo. Esqueça todos os planos de mudar a sociedade. Esqueça todas as aspirações de mover montanhas. Esqueça tudo isso. S6 me ajude a atravessar a noite.
O sofrimento do coração partido.
Venha comigo assistir aquela que foi talvez a noite mais enevoada da história. A cena é muito simples, você vai reconhecê-la rapidamente. Um bosque de oliveiras retorcidas. O chão coberto de pedras grandes. Um muro baixo de pedras. Uma noite escura, muito escura.
Veja agora o quadro. Olhe atentamente através da folhagem sombria. Vê aquela pessoa?
Vê aquela figura solitária? O que ele está fazendo? Deitado no chão. O rosto manchado de terra e lágrimas. Os punhos batendo no solo. Os olhos arregalados com o estupor do medo. O cabelo emaranhado por causa do suor salgado. Será aquilo sangue em sua testa?
Esse é Jesus. Jesus no Jardim do Getsêmani.
Você talvez tenha visto o retrato clássico de Cristo no jardim. Ajoelhado junto a uma grande rocha. Um alvo manto. Mãos pacificamente unidas em oração. Um olhar sereno em seu rosto. Um halo sobre a sua cabeça. Um raio de luz do céu, iluminando seu cabelo castanho dourado.
Eu não sou artista, mas posso dizer-lhe algo. O homem que pintou esse quadro não usou o evangelho de Marcos como modelo. Veja o que Marcos escreveu sobre aquela noite penosa:
“Então, foram a um lugar chamado Getsêmani; ali chegados, disse Jesus a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou orar. E, levando consigo a Pedro, Tiago e João, começou a sentir-se tomado de pavor e de angústia. E lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai.
E, adiantando-se um pouco, prostrou-se em terra; e orava para que, se possível, lhe fosse poupada aquela hora. E dizia: Aba, Pai, tudo te é possível; passa de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, e sim o que tu queres.
Voltando, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Simão, tu dormes? Não pudeste vigiar nem uma hora? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.
Retirando-se de novo, orou repetindo as mesmas palavras. Voltando, achou-os outra vez dormindo, porque os seus olhos estavam pesados; e não sabiam o que lhe responder.
E veio pela terceira vez e disse-lhes: Ainda dormis e repousais! Basta! Chegou a hora; o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores. Levantai-vos, vamos! Eis que o traidor se aproxima.”[1]
Observe estas frases: “Começou a sentir-se tomado de pavor e de angústia.” “Minha alma está profundamente triste.” “E, adiantando-se um pouco, prostrou-se em terra.”
Este parece um quadro de um Jesus santo, repousando na palma de Deus? De modo algum. Marcos usou tinta preta para descrever esta cena. Vemos um Jesus agonizante, lutando e se esforçando. Vemos um “homem de dores”.[2] Vemos um homem enfrentando o medo, em luta com os compromissos e ansiando por alívio.
Vemos Jesus no nevoeiro de um coração partido.
O escritor de Hebreus iria dizer mais tarde, “Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte”.[3]
Que descrição! Jesus sofrendo. Jesus às portas do medo. Jesus não está revestido de santidade, mas de humanidade.
Da próxima vez que o nevoeiro o envolver, você faria bem em lembrar-se de Jesus no jardim. Da próxima vez em que pensar que ninguém compreende, releia o capítulo 14 de Marcos. Da próxima vez que a autopiedade o convencer de que ninguém se importa, vá visitar o Getsêmani. E da próxima vez em que ficar imaginando se Deus realmente percebe a dor que prevalece neste poeirento planeta, ouça-o suplicando entre as árvores retorcidas.
Este é o meu ponto. Ver Deus desse modo faz maravilhas em relação ao nosso próprio sofrimento. Deus jamais foi tão humano quanto nessa hora. Deus jamais esteve mais próximo de nós do que quando sofreu. A Encarnação jamais foi tão cumprida quanto no jardim.
Como resultado, o tempo passado no nevoeiro da dor poderia ser o maior dom de Deus. Poderia ser a hora em que finalmente vemos nosso Criador. E verdade que no sofrimento Deus se assemelha mais ao homem; talvez em nosso sofrimento possamos ver a Deus como nunca antes.
Da próxima vez em que você for chamado para sofrer, observe. Talvez esse seja o ponto mais próximo em que vai estar de Deus. Preste muita atenção. Pode muito bem ser que a mão que se estende para guiá-lo para fora do nevoeiro esteja traspassada.
[1] Marcos 14:32-42
[2] Isaias 53:3
[3] Hebreus 5:7, o grifo é meu.
Copyright © 1999 Editora Vida Cristã. Todos os direitos reservados.
Deus te abençoe!
Deus é FIEL!!!
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
superação!
Aproveite e leia o texto abaixo :
A nossa alegria supera nossa tristeza,
nosso consolo supera nossa dor,
nossa fé supera nossa dúvida,
nossa esperança supera nosso desespero,
nosso entusiasmo supera nosso desânimo,
nosso sucesso supera nosso fracasso,
nossa coragem supera nosso medo,
nossa força supera nossa fraqueza,
nossa perseverança supera nossa inconstância
,nossa paz supera nossa guerra,
nossa luz supera nossa escuridão,
nossa voz supera nosso silêncio,
nossa paciência supera nossa impaciência,
nosso descanso supera nosso cansaço
,nosso conhecimento supera nossa ignorância,
nossa sabedoria supera nossa tolice,
nossa vitória supera nossa derrota
,nossa ação supera nosso tédio,
nosso ganho supera nossa perda,
nossa resistência supera nossa fragilidade,
nosso sorriso supera nosso choro,
nossa gratidão supera nossa ingradidão,
nossa riqueza supera nossa pobreza,
nosso sonho supera nossa realidade...
Nosso amor a Deus, ao próximo, à vida, nos faz superar tudo!
A nossa alegria supera nossa tristeza,
nosso consolo supera nossa dor,
nossa fé supera nossa dúvida,
nossa esperança supera nosso desespero,
nosso entusiasmo supera nosso desânimo,
nosso sucesso supera nosso fracasso,
nossa coragem supera nosso medo,
nossa força supera nossa fraqueza,
nossa perseverança supera nossa inconstância
,nossa paz supera nossa guerra,
nossa luz supera nossa escuridão,
nossa voz supera nosso silêncio,
nossa paciência supera nossa impaciência,
nosso descanso supera nosso cansaço
,nosso conhecimento supera nossa ignorância,
nossa sabedoria supera nossa tolice,
nossa vitória supera nossa derrota
,nossa ação supera nosso tédio,
nosso ganho supera nossa perda,
nossa resistência supera nossa fragilidade,
nosso sorriso supera nosso choro,
nossa gratidão supera nossa ingradidão,
nossa riqueza supera nossa pobreza,
nosso sonho supera nossa realidade...
Nosso amor a Deus, ao próximo, à vida, nos faz superar tudo!
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
A Origem do Carnaval, entenda!
A Origem do Carnaval, entenda!
Conheça a raíz do carnaval
.
"Muita gente se espanta ao saber que quem inventou o Carnaval foi a Igreja Católica Apostólica Romana. Tudo começou em 604, quando o papa Gregório I determinou que todos os anos os fiéis deveriam dedicar-se, durante 40 dias, a assuntos espirituais.
.
No período que ia da Quarta-Feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa, o povo deveria entregar-se à austeridade e ao jejum. Era a Quaresma, período que serviria para lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se.
.
Durante a Quaresma, era proibido comer carne. Foi então que alguns "carnais" entraram em ação e fizeram a seguinte proposta: já que iam ficar tanto tempo em abstinência, por que não permitir que o povo cometesse algumas extravagâncias antes ? Os padres concordaram, e essa libertinagem foi oficialmente aprovada e incentivada por alguns papas carnavalescos, como Paulo II e Paulo VI, nos séculos XV e XVI, respectivamente.
.
Um fato curioso é que o Carnaval só é comemorado em países católicos.
.
Esses dias de "vale tudo" que antecedem a Quaresma, em que as pessoas ficam 40 dias sem comer carne, passaram a ser chamados de "adeus à carne", quem em italiano é "carne vale", ou "carnavale", resultando na palavra "carnaval". Ou seja: se a Igreja Católica Romana não tivesse criado o período da Quaresma, não haveria hoje o Carnaval.
.
É necessário também saber que as folias do Carnaval estão ligadas às festas pagãs romanas, que eram calcadas em muita licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias coletivas e muita música. Eram conhecidas como bacanais ( em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia ), lupercais ( em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco), e saturnais ( em homenagem ao deus Saturno que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos).
.
O resultado físico, moral e espiritual desta festa é estampado em noticiários e jornais toda Quarta-Feira de Cinzas, e é o retrato falado do ser que está por trás dessa algazarra pagã, comandando-a: o diabo.
Conheça a raíz do carnaval
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"Muita gente se espanta ao saber que quem inventou o Carnaval foi a Igreja Católica Apostólica Romana. Tudo começou em 604, quando o papa Gregório I determinou que todos os anos os fiéis deveriam dedicar-se, durante 40 dias, a assuntos espirituais.
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No período que ia da Quarta-Feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa, o povo deveria entregar-se à austeridade e ao jejum. Era a Quaresma, período que serviria para lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se.
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Durante a Quaresma, era proibido comer carne. Foi então que alguns "carnais" entraram em ação e fizeram a seguinte proposta: já que iam ficar tanto tempo em abstinência, por que não permitir que o povo cometesse algumas extravagâncias antes ? Os padres concordaram, e essa libertinagem foi oficialmente aprovada e incentivada por alguns papas carnavalescos, como Paulo II e Paulo VI, nos séculos XV e XVI, respectivamente.
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Um fato curioso é que o Carnaval só é comemorado em países católicos.
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Esses dias de "vale tudo" que antecedem a Quaresma, em que as pessoas ficam 40 dias sem comer carne, passaram a ser chamados de "adeus à carne", quem em italiano é "carne vale", ou "carnavale", resultando na palavra "carnaval". Ou seja: se a Igreja Católica Romana não tivesse criado o período da Quaresma, não haveria hoje o Carnaval.
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É necessário também saber que as folias do Carnaval estão ligadas às festas pagãs romanas, que eram calcadas em muita licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias coletivas e muita música. Eram conhecidas como bacanais ( em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia ), lupercais ( em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco), e saturnais ( em homenagem ao deus Saturno que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos).
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O resultado físico, moral e espiritual desta festa é estampado em noticiários e jornais toda Quarta-Feira de Cinzas, e é o retrato falado do ser que está por trás dessa algazarra pagã, comandando-a: o diabo.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Jesus e Lazaro
As vezes nos perguntamos porque as coisas não acontecem em nossas vidas, ou porque Deus age de tal forma na vida de nosso irmão e não faz o mesmo conosco. As vezes as coisas parecem que não tem mais solução, parece que o tempo acabou e não há mais nada a se fazer.
E então dizemos que se Deus tivesse agido antes as coisas não teriam chegado ao ponto que chegaram, ou seja, aparentemente sem solução.
Erramos em pensar que Deus vai agir nas nossas vidas, exatamente como agiu na vida de outras pessoas, ou que Deus vai agir no tempo que achamos que é o certo ou que é o limite.
Lemos na palavra de Deus um história que nos leva a pensar em como Deus quer agir em nossas Lázaro estava doente e logo mandaram avisar Jesus, pois sabiam que Ele o podia curar , como já havia feito com outras pessoas.
Mas os planos de Jesus eram diferentes dos planos daquelas pessoas. Ao invés de correr para curar Lázaro, ele ainda ficou dois dias onde estava. Mas Porque? Será que Ele não queria curar Lázaro? Será que Jesus se atrasou?
Foi exatamente isso que Marta e Maria pensaram. E é exatamente isso que pensamos, quando nossos problemas chegam a um ponto que parece não ter mais jeito, pensamos logo, que Deus não agiu e que agora não tem mais jeito. Marta sabia que Jesus era poderoso, mas não acreditava que Ele usaria seu poder naquela situação. Muitas vezes, nós estamos como Marta, sabemos que Deus tem poder para fazer o impossível, mas não acreditamos que vá fazer isso por nós.
Marta não entendeu que Jesus queria fazer na vida de Lázaro, mais do que já havia feito na vida de outras pessoas. Para que Jesus fizesse um milagre sobrenatural, Lázaro teve que morrer.
Se Jesus tivesse chegado antes da morte de Lázaro, aquele seria um milagre como os outros, seria simplesmente mais uma cura.
Mas Jesus queria fazer algo maior, queria um milagre sobrenatural. Jesus queria que fosse comentado em toda região a grandiosidade do poder de Deus manifesto na vida de Lázaro.
Mas para isso, Lázaro teve que morrer.
Talvez a situação que você tem passado, parece que não tem mais solução, parece que já não há mas tempo para que nada seja feito, aparentemente, tudo está perdido.
Mas enquanto você vê a morte, Deus vê a oportunidade, de demostrar a grandiosidade do poder dEle na sua vida.
Muitas vezes estamos buscando um milagre de Deus, que acreditamos ser algo sobrenatural, mas na verdade o que Deus quer fazer nas nossas vidas, é muito maior do que esperamos.
Lembre-se, foi preciso que Lázaro morresse para que Deus fizesse um milagre sobrenatural e diferente na vida dele, de forma que todos que o conheciam puderam ver o poder de Deus.
Não pense que tudo está acabado, Jesus está chegando, ele virá na hora certa com seu milagre sobrenatural.
E então dizemos que se Deus tivesse agido antes as coisas não teriam chegado ao ponto que chegaram, ou seja, aparentemente sem solução.
Erramos em pensar que Deus vai agir nas nossas vidas, exatamente como agiu na vida de outras pessoas, ou que Deus vai agir no tempo que achamos que é o certo ou que é o limite.
Lemos na palavra de Deus um história que nos leva a pensar em como Deus quer agir em nossas Lázaro estava doente e logo mandaram avisar Jesus, pois sabiam que Ele o podia curar , como já havia feito com outras pessoas.
Mas os planos de Jesus eram diferentes dos planos daquelas pessoas. Ao invés de correr para curar Lázaro, ele ainda ficou dois dias onde estava. Mas Porque? Será que Ele não queria curar Lázaro? Será que Jesus se atrasou?
Foi exatamente isso que Marta e Maria pensaram. E é exatamente isso que pensamos, quando nossos problemas chegam a um ponto que parece não ter mais jeito, pensamos logo, que Deus não agiu e que agora não tem mais jeito. Marta sabia que Jesus era poderoso, mas não acreditava que Ele usaria seu poder naquela situação. Muitas vezes, nós estamos como Marta, sabemos que Deus tem poder para fazer o impossível, mas não acreditamos que vá fazer isso por nós.
Marta não entendeu que Jesus queria fazer na vida de Lázaro, mais do que já havia feito na vida de outras pessoas. Para que Jesus fizesse um milagre sobrenatural, Lázaro teve que morrer.
Se Jesus tivesse chegado antes da morte de Lázaro, aquele seria um milagre como os outros, seria simplesmente mais uma cura.
Mas Jesus queria fazer algo maior, queria um milagre sobrenatural. Jesus queria que fosse comentado em toda região a grandiosidade do poder de Deus manifesto na vida de Lázaro.
Mas para isso, Lázaro teve que morrer.
Talvez a situação que você tem passado, parece que não tem mais solução, parece que já não há mas tempo para que nada seja feito, aparentemente, tudo está perdido.
Mas enquanto você vê a morte, Deus vê a oportunidade, de demostrar a grandiosidade do poder dEle na sua vida.
Muitas vezes estamos buscando um milagre de Deus, que acreditamos ser algo sobrenatural, mas na verdade o que Deus quer fazer nas nossas vidas, é muito maior do que esperamos.
Lembre-se, foi preciso que Lázaro morresse para que Deus fizesse um milagre sobrenatural e diferente na vida dele, de forma que todos que o conheciam puderam ver o poder de Deus.
Não pense que tudo está acabado, Jesus está chegando, ele virá na hora certa com seu milagre sobrenatural.
domingo, 15 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
Malaquias 3:3 diz: 'E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata...'
Esse versículo bíblico intrigou umas mulheres de um estudo bíblico e elas ficaram pensando o que essa afirmação significava em relação ao caráter e a natureza de Deus. Uma delas ofereceu-se para descobrir sobre o processo de refinamento da prata para o próximo estudo bíblico.
Naquela semana, a mulher ligou para um ourives e marcou um horário para assistí-lo trabalhar. Ela não mencionou a razão do seu interesse e só disse estar curiosa para conhecer o processo.
Ela foi assistí-lo. Ele pegou um pedaço de prata e o segurou sobre o fogo, deixando-o esquentar.
Ele explicou que, no refinamento da prata, é preciso que segure-se a mesma bem no centro da chama, onde é mais quente e queima-se as impurezas.
A mulher pensou sobre Deus, que às vezes, segura-nos em situações 'quentes' e pensou novamente no versículo: 'E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata..
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
A Maldição Hereditaria
A maldição hereditária são caracteres que se espalham ou se reproduzem; são genes múltiplos que se distribuem em um sentido, mas em variadas formas.
Não necessariamente na mesma função, ou ordem, mas, que expressa clara e obviamente a extensão (expansão) da sua funcionalidade.
Por exemplo: Um pai viciado em jogos pode ser que um, ou mais filhos, netos... tendam a ser viciosos também, mas não necessariamente em jogos, podendo ser em drogas, alcoólatras, prostituições, etc. São genes espirituais múltiplos, que se distribuem em um sentido, mas em variadas formas, conforme supracitado.
Muitas vezes não se dá créditos quando se fala em maldição, ainda menos hereditária, mas, fatos (e contra fatos não há argumentos) notórios do dia a dia, fazem-nos aceitar e entender a razão de tudo.
Muitas vezes passa-se por situações inusitadas, quando ainda não se sabem as causas, mas existe um delator comum que se expõe à medida que essa pessoa extravasa toda sua antipatia pelo o ocorrido, vivenciado, vivido.
Maldição, maldição hereditária... Deve-se ser resolvido o quanto antes, para que isso não venha trazer ferimentos cada vez mais profundos, que atinja o corpo, alma e espírito!
Detectando à causa e procurando aprofundar-se até encontrar a raiz, o X da questão.
No principio sente-se apenas um pequeno desconforto, com a continuidade a reação passa ser
constante e gritante até.
Existem causas de raízes muito profundas, que se espalham de forma tal, surda e muda, dolorosa, sem cheiro, sem cor, mas ávida por conquistar seu fim: MATAR, ROUBAR e DESTRUIR.
Cabe então detectar-se aonde, como e de onde veio, para assim, eliminar, erradicar este mal que assola tantos filhos inocentes!
Deus é Fiel!!!
Pastor Luiz Fernando G. Bortone
Não necessariamente na mesma função, ou ordem, mas, que expressa clara e obviamente a extensão (expansão) da sua funcionalidade.
Por exemplo: Um pai viciado em jogos pode ser que um, ou mais filhos, netos... tendam a ser viciosos também, mas não necessariamente em jogos, podendo ser em drogas, alcoólatras, prostituições, etc. São genes espirituais múltiplos, que se distribuem em um sentido, mas em variadas formas, conforme supracitado.
Muitas vezes não se dá créditos quando se fala em maldição, ainda menos hereditária, mas, fatos (e contra fatos não há argumentos) notórios do dia a dia, fazem-nos aceitar e entender a razão de tudo.
Muitas vezes passa-se por situações inusitadas, quando ainda não se sabem as causas, mas existe um delator comum que se expõe à medida que essa pessoa extravasa toda sua antipatia pelo o ocorrido, vivenciado, vivido.
Maldição, maldição hereditária... Deve-se ser resolvido o quanto antes, para que isso não venha trazer ferimentos cada vez mais profundos, que atinja o corpo, alma e espírito!
Detectando à causa e procurando aprofundar-se até encontrar a raiz, o X da questão.
No principio sente-se apenas um pequeno desconforto, com a continuidade a reação passa ser
constante e gritante até.
Existem causas de raízes muito profundas, que se espalham de forma tal, surda e muda, dolorosa, sem cheiro, sem cor, mas ávida por conquistar seu fim: MATAR, ROUBAR e DESTRUIR.
Cabe então detectar-se aonde, como e de onde veio, para assim, eliminar, erradicar este mal que assola tantos filhos inocentes!
Deus é Fiel!!!
Pastor Luiz Fernando G. Bortone
Videoconferência - Natal (RN) = Toulouse (França)
videoconferência _ Pr. Luiz Fernando BORTONE / Bispa Flavia Siminéia (IERC)
A Bispa Flavia, trazia uma palavra em I Samuel 25 (culto na casa de Drª Fatima A P D'Assunção _ Natal/ RN)e me passou a palavra (Na minha residência em Toulouse / França. A seguir, ministrei:
Outra revelação em
I Samuel 25
Vemos neste texto e seu contexto, situação até corriqueira no nosso meio – faço aqui um paralelo com João 10:10 “- O ladrão – o diabo tipificado - não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância – plenamente”.
V 3 – Os filhos de Deus são notáveis, somos luz nas trevas, conforme I Tessalonicenses 5:5 “Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas”.
Aproveito aqui para dizer algo muito IMPORTANTE no qual toda a Igreja do Senhor deve refletir e entender que: Como LUZ, procure sempre brilhar mais e mais neste mundo tenebroso pois, quanto mais intensidade de LUZ, menos chance terão as trevas de se propagarem. Palavra de conhecimento e sabedoria.
Os filhos da LUZ são bonitos e inteligentes! Deus conhece muito bem e separa bons dos maus.
Vv 5-9 – Os filhos de Deus sempre abençoam, têm Palavras de benção que contribuem para a paz, alegria e saúde (citemos, Pv 16:24 “As palavras suaves são favos de mel, doces para a alma, e saúde para os ossos”). Palavras prósperas. Nunca palavras negativas, de desânimo, contribuindo assim para o mal de outros.
Vv 10, 11 – Essa é a primeira pergunta que satanás, seus súditos, aliados e discípulos fazem: ‘quem é você?!’ Com ares de deboche, indiferença, desprezo. ‘Quem é esse filho de Deus? Esse servo, esse irmão e amigo de Jesus Cristo?!’.
Lembre-se sempre, que Jesus foi tentado quando jejuava por 40 dias e 40 noites, onde satanás teve a audácia de citar-lhe A Palavra, tentando incitar Jesus ao pecado e desobediência ao Pai. Satanás se apresentou a Cristo como o “dono de tudo”, que petulância!
Por isso, Igreja esteja sempre atenta aos ataques de satanás no nosso meio inclusive, bem o que não seria incomum, visto que ele só vai tentar quem é o oposto dele. Uma maravilhosa e propícia comparação: ‘só se atiram pedras em arvores que têm frutos..’.
Resitir-lhe firme na fé! Use a Palavra, cite-a como Jesus no deserto, ele fugirá de vós e os anjos virão para servi-los, em Nome de Jesus!!! Satanás, seu ladrão e mentiroso, pai da mentira, porque mente desde o principio: Está escrito... Em Nome de Jesus.
Tiago 4:7 - “Sujeitai-vos, pois, a Deus, ‘resisti ao diabo’, e ele fugirá de vós”.
Vv 15-17 – Esses são os filhos do Reino, os filhos da LUZ, os filhos de Deus – são essas as atitudes dos santos em Cristo Jesus! Fazer, fazer, fazer sempre o BEM. Ser LUZ toda hora, todo tempo.
V 21 – Isto é sempre a atitude dos filhos das trevas.
“E disse Davi: Na verdade que em vão tenho guardado tudo quanto este tem no deserto, e nada lhe faltou de tudo quanto tem, e ele me pagou mal por bem”
V 24 – Pessoa sensata. Vemos aqui novamente a atitude dos filhos de Deus; por vezes tomam afronta de outro sobre si, pagam o preço de outros até, para que o Nome de Cristo não seja escandalizado, vituperado.
V 28 – Os combates não são nossos, mas do Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel!
Aquele que nos guarda não dormita nem dorme, o Guarda de Israel, da Igreja, dos filhos de Deus!
Vv 30, 31 – O Senhor enviou aquela mulher como um anjo, uma mensageira, evitando assim, com palavras de boas novas, atitudes dignas de uma mulher de Deus, um grande derramamento de sangue de Davi e seu exército contra Nabal e seus homens.
V 37-39 – É assim que O Senhor faz aos que nos tratam com desprezo, os que desdenham a Deus, ao Nome de Cristo – falsos amigos, falsos pastores, falsos discípulos, falsos mestres, falsos... O homem mau, coração obstinado para o mal; Nabal foi destruído pelo Senhor dos Exércitos, pelo próprio Deus, que nos guarda e protege sempre contra todo mal quando vem contra nós.
“Resisti ao diabo e ele fugira de vós”, Tiago 4:7.
Pastor Luiz Fernando Bortone.
E-mail: lf_bortone@hotmail.com
A Bispa Flavia, trazia uma palavra em I Samuel 25 (culto na casa de Drª Fatima A P D'Assunção _ Natal/ RN)e me passou a palavra (Na minha residência em Toulouse / França. A seguir, ministrei:
Outra revelação em
I Samuel 25
Vemos neste texto e seu contexto, situação até corriqueira no nosso meio – faço aqui um paralelo com João 10:10 “- O ladrão – o diabo tipificado - não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância – plenamente”.
V 3 – Os filhos de Deus são notáveis, somos luz nas trevas, conforme I Tessalonicenses 5:5 “Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas”.
Aproveito aqui para dizer algo muito IMPORTANTE no qual toda a Igreja do Senhor deve refletir e entender que: Como LUZ, procure sempre brilhar mais e mais neste mundo tenebroso pois, quanto mais intensidade de LUZ, menos chance terão as trevas de se propagarem. Palavra de conhecimento e sabedoria.
Os filhos da LUZ são bonitos e inteligentes! Deus conhece muito bem e separa bons dos maus.
Vv 5-9 – Os filhos de Deus sempre abençoam, têm Palavras de benção que contribuem para a paz, alegria e saúde (citemos, Pv 16:24 “As palavras suaves são favos de mel, doces para a alma, e saúde para os ossos”). Palavras prósperas. Nunca palavras negativas, de desânimo, contribuindo assim para o mal de outros.
Vv 10, 11 – Essa é a primeira pergunta que satanás, seus súditos, aliados e discípulos fazem: ‘quem é você?!’ Com ares de deboche, indiferença, desprezo. ‘Quem é esse filho de Deus? Esse servo, esse irmão e amigo de Jesus Cristo?!’.
Lembre-se sempre, que Jesus foi tentado quando jejuava por 40 dias e 40 noites, onde satanás teve a audácia de citar-lhe A Palavra, tentando incitar Jesus ao pecado e desobediência ao Pai. Satanás se apresentou a Cristo como o “dono de tudo”, que petulância!
Por isso, Igreja esteja sempre atenta aos ataques de satanás no nosso meio inclusive, bem o que não seria incomum, visto que ele só vai tentar quem é o oposto dele. Uma maravilhosa e propícia comparação: ‘só se atiram pedras em arvores que têm frutos..’.
Resitir-lhe firme na fé! Use a Palavra, cite-a como Jesus no deserto, ele fugirá de vós e os anjos virão para servi-los, em Nome de Jesus!!! Satanás, seu ladrão e mentiroso, pai da mentira, porque mente desde o principio: Está escrito... Em Nome de Jesus.
Tiago 4:7 - “Sujeitai-vos, pois, a Deus, ‘resisti ao diabo’, e ele fugirá de vós”.
Vv 15-17 – Esses são os filhos do Reino, os filhos da LUZ, os filhos de Deus – são essas as atitudes dos santos em Cristo Jesus! Fazer, fazer, fazer sempre o BEM. Ser LUZ toda hora, todo tempo.
V 21 – Isto é sempre a atitude dos filhos das trevas.
“E disse Davi: Na verdade que em vão tenho guardado tudo quanto este tem no deserto, e nada lhe faltou de tudo quanto tem, e ele me pagou mal por bem”
V 24 – Pessoa sensata. Vemos aqui novamente a atitude dos filhos de Deus; por vezes tomam afronta de outro sobre si, pagam o preço de outros até, para que o Nome de Cristo não seja escandalizado, vituperado.
V 28 – Os combates não são nossos, mas do Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel!
Aquele que nos guarda não dormita nem dorme, o Guarda de Israel, da Igreja, dos filhos de Deus!
Vv 30, 31 – O Senhor enviou aquela mulher como um anjo, uma mensageira, evitando assim, com palavras de boas novas, atitudes dignas de uma mulher de Deus, um grande derramamento de sangue de Davi e seu exército contra Nabal e seus homens.
V 37-39 – É assim que O Senhor faz aos que nos tratam com desprezo, os que desdenham a Deus, ao Nome de Cristo – falsos amigos, falsos pastores, falsos discípulos, falsos mestres, falsos... O homem mau, coração obstinado para o mal; Nabal foi destruído pelo Senhor dos Exércitos, pelo próprio Deus, que nos guarda e protege sempre contra todo mal quando vem contra nós.
“Resisti ao diabo e ele fugira de vós”, Tiago 4:7.
Pastor Luiz Fernando Bortone.
E-mail: lf_bortone@hotmail.com
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
LIBERAÇÃO DA RELIGIOSIDADE
LIBERAÇÃO DA RELIGIOSIDADE
Texto Base:
Cl 2.6-8, 16-23 ”Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele, nele radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como fostes instruídos, crescendo em ações de graças. Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo. Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo. Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões, enfatuado, sem motivo algum, na sua mente carnal, e não retendo a cabeça, da qual todo o corpo, suprido e bem vinculado por suas juntas e ligamentos, cresce o crescimento que procede de Deus. Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças: não manuseies isto, não proves aquilo, não toques aquiloutro, segundo os preceitos e doutrinas dos homens? Pois que todas estas coisas, com o uso, se destroem. Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade.”
O objetivo do Apóstolo Paulo ao escrever aos Colossenses era o de combater a heresia, pois alguns falsos mestres estavam transmitindo à igreja ensinamentos de doutrinas ritualistas e que estavam trazendo confusão no meio dos irmãos. Claramente aqui neste texto o Ap. Paulo pede para que eles permaneçam crescendo em Cristo, da mesma forma como eles já tinham criado raízes no Senhor, ou seja, que eles não permitissem que a religiosidade daqueles ensinos pudesse interromper o processo de maturidade espiritual que eles estavam alcançando.
A estratégia de Satanás continua a mesma e seu propósito através da religiosidade é travar a nossa caminhada, destruindo nossos sentimentos, tirando nossa liberdade de servir e adorar a Deus, com isso impedindo nosso crescimento espiritual. Hoje vamos nos liberar de toda forma de religiosidade que possa obstruir nossos passos.
COMO AGE O RELIGIOSO:
• Não refreia sua própria língua
• Seus lábios falam enganosamente
• Preocupa-se demasiadamente com a vida alheia
• Torna-se juiz dos outros
• Demonstram falsa humildade
• Tem aparência do bem
Perceba que em todas as características da religiosidade, uma coisa se sobressai, a tentativa de controlar a sua vida e interferir na tua relação com Deus; limitando a ação do Espírito Santo, impondo dogmas, e buscando ter o controle das tuas ações. É preciso estar atento a tudo isto e buscar liberar-se de toda esta malignidade.
CONSEQUÊNCIAS DA RELIGIOSIDADE:
• Vida infrutífera
• Não tem liberdade de agir
• Vive embaixo de sentença
• Não tem alegria do fruto
• Torna-se uma pessoa amarga
LIBERADO DA RELIGIOSIDADE:
1. Eu tenho um coração limpo e sincero
Lc 12.2 “Nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido.”
Deus se agrada da tua sinceridade. Muitos são como sepulcros caiados, porque dentro da igreja tem uma vida de santidade, porém lá fora demonstram uma condição pior do que a do ímpio.
2. Eu tenho liberdade para crescer
Fl 2.1-2 “Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há entranhados afetos e misericórdias, completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento.”
Alguém que é liberado da religiosidade tem sentimentos comuns e os pensamentos de Deus em seu coração; buscando em unidade com o corpo, o crescimento de todos e também o seu próprio.
3. Tenho mais intimidade no relacionamento com Deus – Maturidade Espiritual
Ef 4.13-14 “Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.”
Deus tem mais para vivermos, Ele quer nos dar o seu conhecimento, a fé, pois seu objetivo é o nosso crescimento constante.
Não se deixe levar por doutrinas que nada tem haver com a verdade da Palavra de Deus. Busque mais da intimidade com o Senhor, não permita que seu tempo seja ocupado por práticas que não agradam ao Senhor e não te fazem se alimentar Dele.
4. Tudo o que eu faço, prospera
Sl 1.3 “Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido.”
Texto Base:
Cl 2.6-8, 16-23 ”Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele, nele radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como fostes instruídos, crescendo em ações de graças. Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo. Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo. Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões, enfatuado, sem motivo algum, na sua mente carnal, e não retendo a cabeça, da qual todo o corpo, suprido e bem vinculado por suas juntas e ligamentos, cresce o crescimento que procede de Deus. Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças: não manuseies isto, não proves aquilo, não toques aquiloutro, segundo os preceitos e doutrinas dos homens? Pois que todas estas coisas, com o uso, se destroem. Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade.”
O objetivo do Apóstolo Paulo ao escrever aos Colossenses era o de combater a heresia, pois alguns falsos mestres estavam transmitindo à igreja ensinamentos de doutrinas ritualistas e que estavam trazendo confusão no meio dos irmãos. Claramente aqui neste texto o Ap. Paulo pede para que eles permaneçam crescendo em Cristo, da mesma forma como eles já tinham criado raízes no Senhor, ou seja, que eles não permitissem que a religiosidade daqueles ensinos pudesse interromper o processo de maturidade espiritual que eles estavam alcançando.
A estratégia de Satanás continua a mesma e seu propósito através da religiosidade é travar a nossa caminhada, destruindo nossos sentimentos, tirando nossa liberdade de servir e adorar a Deus, com isso impedindo nosso crescimento espiritual. Hoje vamos nos liberar de toda forma de religiosidade que possa obstruir nossos passos.
COMO AGE O RELIGIOSO:
• Não refreia sua própria língua
• Seus lábios falam enganosamente
• Preocupa-se demasiadamente com a vida alheia
• Torna-se juiz dos outros
• Demonstram falsa humildade
• Tem aparência do bem
Perceba que em todas as características da religiosidade, uma coisa se sobressai, a tentativa de controlar a sua vida e interferir na tua relação com Deus; limitando a ação do Espírito Santo, impondo dogmas, e buscando ter o controle das tuas ações. É preciso estar atento a tudo isto e buscar liberar-se de toda esta malignidade.
CONSEQUÊNCIAS DA RELIGIOSIDADE:
• Vida infrutífera
• Não tem liberdade de agir
• Vive embaixo de sentença
• Não tem alegria do fruto
• Torna-se uma pessoa amarga
LIBERADO DA RELIGIOSIDADE:
1. Eu tenho um coração limpo e sincero
Lc 12.2 “Nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido.”
Deus se agrada da tua sinceridade. Muitos são como sepulcros caiados, porque dentro da igreja tem uma vida de santidade, porém lá fora demonstram uma condição pior do que a do ímpio.
2. Eu tenho liberdade para crescer
Fl 2.1-2 “Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há entranhados afetos e misericórdias, completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento.”
Alguém que é liberado da religiosidade tem sentimentos comuns e os pensamentos de Deus em seu coração; buscando em unidade com o corpo, o crescimento de todos e também o seu próprio.
3. Tenho mais intimidade no relacionamento com Deus – Maturidade Espiritual
Ef 4.13-14 “Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.”
Deus tem mais para vivermos, Ele quer nos dar o seu conhecimento, a fé, pois seu objetivo é o nosso crescimento constante.
Não se deixe levar por doutrinas que nada tem haver com a verdade da Palavra de Deus. Busque mais da intimidade com o Senhor, não permita que seu tempo seja ocupado por práticas que não agradam ao Senhor e não te fazem se alimentar Dele.
4. Tudo o que eu faço, prospera
Sl 1.3 “Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido.”
C H A M A D O SAUL X DAVI
C H A M A D O
SAUL X DAVI
II – Saul Não Passou Na Prova... “De Obediência”:
A. Prova Nº. 1: Usurpou a posição de sacerdote para sacrificar – I Sm. 13:5-14
1. Para um judeu debaixo da lei era claro que só o sacerdote – pode sacrificar – I Sm. 10:8
2. [Quer dizer] Foi uma desobediência radical Saul oferecer em lugar de Samuel [Samuel era o Sacerdote]
B. A diferença entre Samuel e Saul foi que Samuel obedeceu a Palavra
1. Enquanto era fácil... todos querem seguir Jesus enquanto é fácil
2. [Porém] Samuel sabia que os tempos difíceis provam a obediência e a fé!!!
3. Quando você for apertado, tome cuidado e lembre que o Senhor está vendo – Ele é quem prova a obediência mediante provas.
C. Prova Nº. 2: [Saul] Resistiu à Palavra do Senhor – I Sm. 15:1-3, 9; 12:23
1. Holocausto X Obedecer à Palavra [ou... ou... ele queimou o holocausto] – Resistir a Palavra é:
2. “Rebelião [indisciplina; rebeldia; revolta; levante] é como pecado de feitiçaria [bruxaria; feitiço; magia]” – I Sm. 15:23
3. “Obstinação” [aversão; gênio; oposição; pirraça; birra] é como idolatria
a. Saul era tímido... [ou seja] não era convicto da verdade
b. Tornou-se egoísta – o tímido sempre se torna egoísta. Agora:
c. Veja o contraste na atitude de obediência de Samuel e Saul
D. “Rejeitastes a Palavra do Senhor... te rejeitou para que não sejas rei” – I Sm. 15:23 [Retirou – Deus passou dele o reinado – tirou de sobre ele a unção de rei que já havia recebido – Samuel o havia ungido rei ordenado pelo Senhor]
E. As oportunidades devem ser vistas como preciosas – I Sm. 15:27-31
III – Davi: Desprezado Na Sua Própria Casa, Mas CHAMADO:
A. Samuel chama os filhos de Jessé – I Sm. 16:1-11 [Jessé lhe apresenta todos os seus filhos]
1. Jessé nem considerava Davi como possibilidade
2. Davi era o fiel que cuidava das ovelhas do Pai – v. 11 [o pai nem cogitou]
B. [Porém] Deus escolheu o que o homem rejeitou – I Sm. 16:12,13
1. “Mandou chama-lo”... visto pelos irmãos – v. 12
2. “E daquele dia em diante O Espírito se apossou de Davi” – v. 13
C. Ungido, mas [obediência] continuou cuidando das ovelhas do Pai – I Sm. 17:20
1. Tinha experiência no poder de Deus
2. Davi estava contente em louvar e trabalhar, mas não exaltava-se
3. [E] Ainda era rejeitado pelos irmãos – I Sm. 17:28
“quem tem experiência espera com paciência”
Pr. Luiz Fernando G. Bortone
SAUL X DAVI
II – Saul Não Passou Na Prova... “De Obediência”:
A. Prova Nº. 1: Usurpou a posição de sacerdote para sacrificar – I Sm. 13:5-14
1. Para um judeu debaixo da lei era claro que só o sacerdote – pode sacrificar – I Sm. 10:8
2. [Quer dizer] Foi uma desobediência radical Saul oferecer em lugar de Samuel [Samuel era o Sacerdote]
B. A diferença entre Samuel e Saul foi que Samuel obedeceu a Palavra
1. Enquanto era fácil... todos querem seguir Jesus enquanto é fácil
2. [Porém] Samuel sabia que os tempos difíceis provam a obediência e a fé!!!
3. Quando você for apertado, tome cuidado e lembre que o Senhor está vendo – Ele é quem prova a obediência mediante provas.
C. Prova Nº. 2: [Saul] Resistiu à Palavra do Senhor – I Sm. 15:1-3, 9; 12:23
1. Holocausto X Obedecer à Palavra [ou... ou... ele queimou o holocausto] – Resistir a Palavra é:
2. “Rebelião [indisciplina; rebeldia; revolta; levante] é como pecado de feitiçaria [bruxaria; feitiço; magia]” – I Sm. 15:23
3. “Obstinação” [aversão; gênio; oposição; pirraça; birra] é como idolatria
a. Saul era tímido... [ou seja] não era convicto da verdade
b. Tornou-se egoísta – o tímido sempre se torna egoísta. Agora:
c. Veja o contraste na atitude de obediência de Samuel e Saul
D. “Rejeitastes a Palavra do Senhor... te rejeitou para que não sejas rei” – I Sm. 15:23 [Retirou – Deus passou dele o reinado – tirou de sobre ele a unção de rei que já havia recebido – Samuel o havia ungido rei ordenado pelo Senhor]
E. As oportunidades devem ser vistas como preciosas – I Sm. 15:27-31
III – Davi: Desprezado Na Sua Própria Casa, Mas CHAMADO:
A. Samuel chama os filhos de Jessé – I Sm. 16:1-11 [Jessé lhe apresenta todos os seus filhos]
1. Jessé nem considerava Davi como possibilidade
2. Davi era o fiel que cuidava das ovelhas do Pai – v. 11 [o pai nem cogitou]
B. [Porém] Deus escolheu o que o homem rejeitou – I Sm. 16:12,13
1. “Mandou chama-lo”... visto pelos irmãos – v. 12
2. “E daquele dia em diante O Espírito se apossou de Davi” – v. 13
C. Ungido, mas [obediência] continuou cuidando das ovelhas do Pai – I Sm. 17:20
1. Tinha experiência no poder de Deus
2. Davi estava contente em louvar e trabalhar, mas não exaltava-se
3. [E] Ainda era rejeitado pelos irmãos – I Sm. 17:28
“quem tem experiência espera com paciência”
Pr. Luiz Fernando G. Bortone
terça-feira, 3 de agosto de 2010
SAIR DAS CAVERNAS
SAIR DAS CAVERNAS
TEXTO BASE: I Rs 19:9-17
Deus tem nos chamado para uma grande obra, porque Ele nos formou com um poderoso potencial espiritual. Muitas vezes as lutas e as circunstâncias nos colocam dentro de uma caverna, e era exatamente o que estava acontecendo com Elias. Ele encontrava-se descaracterizado, medroso, escondido, e fora do que Deus queria para a sua vida. Deus tinha coisas maiores para sua vida e era o momento de sair da caverna para viver um grande mover e abrir estruturas espirituais. E a força do chamado apostólico vai nos fazer sair de todas as cavernas onde o inimigo tem nos colocado.
COMO O DIABO NOS LEVA PARA A CAVERNA
1) Através da intimidação e ameaças para buscarmos o isolamento – I Rs 19:1-3, Mt 16:18
2) Através da opressão nos sentimentos que nos leva ao abatimento – I Rs 19:4, Pv 4:23
3) Através da auto-comiseração, que nos leva a perda da soberania (consciência de quem somos e do nosso chamado) – I Rs 19:9-10
A FORÇA DO CHAMADO NOS FAZ SAIR DA CAVERNA
1) Quebrando as palavras do inimigo e nos alimentando com a palavra que é Cristo – I Rs 19:2, 8 e Sf 3:15
2) Quebrando a paralisia pelo chamado – I Rs 19:15 e 16
QUANDO SAIMOS DA CAVERNA
1) Somos curados e voltamos a cumprir o propósito de Deus em nossas vidas – I Rs 19:19
2) Nos habilitamos a um patamar superior de realizações – II Rs 1:10, 12 e 2:11
Fez cair fogo do céu 02 vezes e foi arrebatado num carro de fogo.
TEXTO BASE: I Rs 19:9-17
Deus tem nos chamado para uma grande obra, porque Ele nos formou com um poderoso potencial espiritual. Muitas vezes as lutas e as circunstâncias nos colocam dentro de uma caverna, e era exatamente o que estava acontecendo com Elias. Ele encontrava-se descaracterizado, medroso, escondido, e fora do que Deus queria para a sua vida. Deus tinha coisas maiores para sua vida e era o momento de sair da caverna para viver um grande mover e abrir estruturas espirituais. E a força do chamado apostólico vai nos fazer sair de todas as cavernas onde o inimigo tem nos colocado.
COMO O DIABO NOS LEVA PARA A CAVERNA
1) Através da intimidação e ameaças para buscarmos o isolamento – I Rs 19:1-3, Mt 16:18
2) Através da opressão nos sentimentos que nos leva ao abatimento – I Rs 19:4, Pv 4:23
3) Através da auto-comiseração, que nos leva a perda da soberania (consciência de quem somos e do nosso chamado) – I Rs 19:9-10
A FORÇA DO CHAMADO NOS FAZ SAIR DA CAVERNA
1) Quebrando as palavras do inimigo e nos alimentando com a palavra que é Cristo – I Rs 19:2, 8 e Sf 3:15
2) Quebrando a paralisia pelo chamado – I Rs 19:15 e 16
QUANDO SAIMOS DA CAVERNA
1) Somos curados e voltamos a cumprir o propósito de Deus em nossas vidas – I Rs 19:19
2) Nos habilitamos a um patamar superior de realizações – II Rs 1:10, 12 e 2:11
Fez cair fogo do céu 02 vezes e foi arrebatado num carro de fogo.
A FORÇA DO CHAMADO
RECEBER A FORÇA DO CHAMADO
Texto Base: Mateus 4:18-22
A força do chamado é o grande diferencial na vida de um homem.
Pedro conhecia as coisas espirituais porque ele havia sido um discípulo de João Batista. Mas Deus tinha reservado para Pedro uma porção superior. Porém para viver isso era necessário que Pedro ouvisse um chamado e soubesse que aquele chamado iria transformar a sua vida.
Este chamado que nos torna o que está em Isaías 43:1, aonde o Senhor diz: “Eu te chamei pelo teu nome, tu és meu”.
O Senhor te chamou e a tua vida não te pertence mais.
Quando este poderoso chamado chega até nós, começa a transformação da nossa história. E essa transformação faz com que nós passemos a viver no centro da vontade de Deus.
ESTE CHAMADO SE MANIFESTA NA SUA VIDA PARA:
1º Te tirar das cavernas.
Deus tem te chamado para uma grande obra. Deus te formou com um potencial espiritual, mas as lutas e as circunstâncias te colocam dentro de uma caverna.
1 Reis 19:9, 10, 15 e 16.
O chamado vai fazer você sair de todas as cavernas que o inimigo tem te colocado.
2º Que você possa viver um tempo especial de Deus.
Chamado é aquilo que Deus está projetando para corrigir situações e para estabelecer o plano Dele.
1 Samuel 3:10 e 11.
As pessoas vão se surpreender com aquilo que Deus vai fazer na tua vida. O chamado vai te levar a uma unção superior. Deus está precisando de você para te levantar para um mover apostólico. Mover apostólico é acontecer o que nunca aconteceu, é viver o que nunca foi vivido e experimentar o maior derramar do Espírito Santo de Deus sobre a Terra!
A força deste chamado vai operar de forma diferente na tua vida neste ano de 2.010! Você não vai ser aquilo que você era, você não vai andar na dimensão que você andou.
O teu chamado é mais forte do qualquer resistência do inferno.
ESTE CHAMADO VEM SOBRE A TUA VIDA PARA:
1º Revolucionar a tua história – Romanos 1:1 e Gênesis 12:1.
2º Te levar a um propósito – Mateus 22:14 e Romanos 8:28.
3º Te fazer viver o impossível – Marcos 10:27-31 e Atos 5:15.
O teu chamado vai te abrir as portas. O teu chamado vai te mostrar quem você é. Enquanto você não aceita o teu chamado você não é. Mas quando você aceita o teu chamado então você é.
Texto Base: Mateus 4:18-22
A força do chamado é o grande diferencial na vida de um homem.
Pedro conhecia as coisas espirituais porque ele havia sido um discípulo de João Batista. Mas Deus tinha reservado para Pedro uma porção superior. Porém para viver isso era necessário que Pedro ouvisse um chamado e soubesse que aquele chamado iria transformar a sua vida.
Este chamado que nos torna o que está em Isaías 43:1, aonde o Senhor diz: “Eu te chamei pelo teu nome, tu és meu”.
O Senhor te chamou e a tua vida não te pertence mais.
Quando este poderoso chamado chega até nós, começa a transformação da nossa história. E essa transformação faz com que nós passemos a viver no centro da vontade de Deus.
ESTE CHAMADO SE MANIFESTA NA SUA VIDA PARA:
1º Te tirar das cavernas.
Deus tem te chamado para uma grande obra. Deus te formou com um potencial espiritual, mas as lutas e as circunstâncias te colocam dentro de uma caverna.
1 Reis 19:9, 10, 15 e 16.
O chamado vai fazer você sair de todas as cavernas que o inimigo tem te colocado.
2º Que você possa viver um tempo especial de Deus.
Chamado é aquilo que Deus está projetando para corrigir situações e para estabelecer o plano Dele.
1 Samuel 3:10 e 11.
As pessoas vão se surpreender com aquilo que Deus vai fazer na tua vida. O chamado vai te levar a uma unção superior. Deus está precisando de você para te levantar para um mover apostólico. Mover apostólico é acontecer o que nunca aconteceu, é viver o que nunca foi vivido e experimentar o maior derramar do Espírito Santo de Deus sobre a Terra!
A força deste chamado vai operar de forma diferente na tua vida neste ano de 2.010! Você não vai ser aquilo que você era, você não vai andar na dimensão que você andou.
O teu chamado é mais forte do qualquer resistência do inferno.
ESTE CHAMADO VEM SOBRE A TUA VIDA PARA:
1º Revolucionar a tua história – Romanos 1:1 e Gênesis 12:1.
2º Te levar a um propósito – Mateus 22:14 e Romanos 8:28.
3º Te fazer viver o impossível – Marcos 10:27-31 e Atos 5:15.
O teu chamado vai te abrir as portas. O teu chamado vai te mostrar quem você é. Enquanto você não aceita o teu chamado você não é. Mas quando você aceita o teu chamado então você é.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
“NÃO TER ALIANÇAS COM ESTRANGEIROS”
Não tenha aliança com estrangeiros, você não precisa deles, você tem a promessa sobre a tua vida, você é um Neemias do SEC XXI.
A) TEXTO BASE
Neemias 6:5 Então, Sambalate me enviou pela quinta vez o seu moço, o qual trazia na mão uma carta aberta,
6 do teor seguinte: Entre as gentes se ouviu, e Gesém diz que tu e os judeus intentais revoltar-vos; por isso, reedificas o muro, e, segundo se diz, queres ser o rei deles,
7 e puseste profetas para falarem a teu respeito em Jerusalém, dizendo: Este é rei em Judá. Ora, o rei ouvirá isso, segundo essas palavras. Vem, pois, agora, e consultemos juntamente.
8 Mandei dizer-lhe: De tudo o que dizes coisa nenhuma sucedeu; tu, do teu coração, é que o inventas.
9 Porque todos eles procuravam atemorizar-nos, dizendo: As suas mãos largarão a obra, e não se efetuará. Agora, pois, ó Deus, fortalece as minhas mãos.
Neemias 13:30 Limpei-os, pois, de toda estrangeirice e designei o serviço dos sacerdotes e dos levitas, cada um no seu mister,
A) INTRODUÇÃO
Há um ditado que diz: “Se não pode vence-los, junte-se a eles”.
Depois de muitas tentativas, calunias e ameaças, os opositores de Neemias o convidam por cartas para “consultarem juntamente”, ou seja, para em conjunto buscarem esclarecimentos. Na verdade uma união maligna.
Muitas vezes o inimigo propõe uniões que só servem para nos atrasar, apenas para nos contaminar com a sua maneira de agir e assim nos passar a sua derrota.
Neemias limpou o povo de toda estrangeirice. O que significa isso?
Significa que Neemias tirou do povo todo tipo de comportamento de estrangeiro que havia se impregnado no povo.
Os anos de assolação, a falta de magistrados compromissados com Deus, o convívio com estrangeiros todos os dias; estes e outros fatores fizeram com que a identidade de Povo de Deus, fosse se diluindo no meio do povo, dando lugar a uma nova identidade oriunda de um sincretismo cultural e espiritual assumido em Jerusalém pelo povo.
Quando faço uma aliança com o estrangeiro, começo a perder:
- minha fé
- minha visão
- minha santidade
- minha capacidade realizadora, e
- minha identidade de povo conquistador
Como um adolescente que começa a receber influências de más amizades e já não é o mesmo, assim o inimigo quer nos descaracterizar para nos destruir.
B) A NOSSA IDENTIDADE
Somos um povo apostólico! Nossa identidade, a visão que Deus nos deu, é com um “dna”, um código genético, temos uma identidade que manifesta o que somos e como somos.
Todo tipo de aliança com estrangeiros nos traz perda. São contaminações religiosas que deterioram o que somo na essência.
Deut 7:1 Quando o SENHOR, teu Deus, te introduzir na terra a qual passas a possuir, e tiver lançado muitas nações de diante de ti, os heteus, e os girgaseus, e os amorreus, e os cananeus, e os ferezeus, e os heveus, e os jebuseus, sete nações mais numerosas e mais poderosas do que tu;
2 e o SENHOR, teu Deus, as tiver dado diante de ti, para as ferir, totalmente as destruirás; não farás com elas aliança, nem terás piedade delas;
3 nem contrairás matrimônio com os filhos dessas nações; não darás tuas filhas a seus filhos, nem tomarás suas filhas para teus filhos;
4 pois elas fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do SENHOR se acenderia contra vós outros e depressa vos destruiria.
5 Porém assim lhes fareis: derribareis os seus altares, quebrareis as suas colunas, cortareis os seus postes-ídolos e queimareis as suas imagens de escultura.
Neemias encontrou um povo “estrangeirizado”, com sotaques e costumes que não eram normais, e o pior, completamente distantes da perspectiva de ver a cidade reconstruída.
Lembre-se; os estrangeiros não se preocupam com Jerusalém e sim com o que podem tirar de Jerusalém. O estrangeiro quer aliança pra te parar e te roubar.
NÃO É MAIS TEMPO DE TER ALIANÇAS COM ESTRANGEIROS, É TEMPO DE RESGATAR A IDENTIDADE DE POVO DE DEUS.
É comum encontrarmos brasileiros fora do país que às vezes querem se passar por estrangeiros para não serem reconhecidos como 3O. Mundo, com sotaques e manias, se achando o que não são. Quem quer aliança com a estrangeirice, talvez esteja insatisfeito com sua real identidade. Nós não!. Nós somos povo de propriedade exclusiva de Deus, não nos envergonhamos do evangelho de Cristo, e não vamos nos contaminar!!
1 João 4:4 Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos profetas, porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo.
Salmos 73:12 Eis que são estes os ímpios; e, sempre tranqüilos, aumentam suas riquezas.
13 Com efeito, inutilmente conservei puro o coração e lavei as mãos na inocência.
14 Pois de contínuo sou afligido e cada manhã, castigado.
15 Se eu pensara em falar tais palavras, já aí teria traído a geração de teus filhos.
16 Em só refletir para compreender isso, achei mui pesada tarefa para mim;
17 até que entrei no santuário de Deus e atinei com o fim deles.
18 Tu certamente os pões em lugares escorregadios e os fazes cair na destruição.
19 Como ficam de súbito assolados, totalmente aniquilados de terror!
O estilo de vida do ímpio é uma vitrine de um produto que não existe. Muitos perdem tempo se espelhando no que o ímpio tem, mas o fim deles é destruição.
A nossa porção como povo é muito mais excelente do que aquela que o estrangeiro tem!
1) NÃO FAÇA ALIANÇA COM OS QUE RECEBEM INFLUÊNCIA DIRETA DE ESTRANGEIROS
Neemias 13:23 Vi também, naqueles dias, que judeus haviam casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas.
24 Seus filhos falavam meio asdodita e não sabiam falar judaico, mas a língua de seu respectivo povo.
25 Contendi com eles, e os amaldiçoei, e espanquei alguns deles, e lhes arranquei os cabelos, e os conjurei por Deus, dizendo: Não dareis mais vossas filhas a seus filhos e não tomareis mais suas filhas, nem para vossos filhos nem para vós mesmos.
26 Não pecou nisto Salomão, rei de Israel? Todavia, entre muitas nações não havia rei semelhante a ele, e ele era amado do seu Deus, e Deus o constituiu rei sobre todo o Israel. Não obstante isso, as mulheres estrangeiras o fizeram cair no pecado.
27 Dar-vos-íamos nós ouvidos, para fazermos todo este grande mal, prevaricando contra o nosso Deus, casando com mulheres estrangeiras?
28 Um dos filhos de Joiada, filho do sumo sacerdote Eliasibe, era genro de Sambalate, o horonita, pelo que o afugentei de mim.
29 Lembra-te deles, Deus meu, pois contaminaram o sacerdócio, como também a aliança sacerdotal e levítica.
A união com tais mulheres representa a desobediência daqueles que tem os olhos fascinados e são envolvidos na teia do pecado.
Cuidado com tais perguntas:
- O que é que tem?
- Não tem nada de mais?
- Eu não acho errado!?!
- Não é isso que vai me destruir!?!
A permissividade é perigosa. Quando começo a pensar que o que o estrangeiro me oferece não é tão ruim assim, comecei a cavar minha ruína.
O estrangeiro vai te oferecer oportunidades, mas o caminho da santidade é o mesmo caminho da vitória, não se engane.
Neemias não se contaminou, e nós da mesma forma não nos contaminaremos.
2) NÃO FAÇA ALIANÇA COM OS QUE RECEBEM INFLUÊNCIA DIRETA DE ESTRANGEIROS
Neemias 13:23 Vi também, naqueles dias, que judeus haviam casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas.
24 Seus filhos falavam meio asdodita e não sabiam falar judaico, mas a língua de seu respectivo povo.
25 Contendi com eles, e os amaldiçoei, e espanquei alguns deles, e lhes arranquei os cabelos, e os conjurei por Deus, dizendo: Não dareis mais vossas filhas a seus filhos e não tomareis mais suas filhas, nem para vossos filhos nem para vós mesmos.
26 Não pecou nisto Salomão, rei de Israel? Todavia, entre muitas nações não havia rei semelhante a ele, e ele era amado do seu Deus, e Deus o constituiu rei sobre todo o Israel. Não obstante isso, as mulheres estrangeiras o fizeram cair no pecado.
27 Dar-vos-íamos nós ouvidos, para fazermos todo este grande mal, prevaricando contra o nosso Deus, casando com mulheres estrangeiras?
28 Um dos filhos de Joiada, filho do sumo sacerdote Eliasibe, era genro de Sambalate, o horonita, pelo que o afugentei de mim.
29 Lembra-te deles, Deus meu, pois contaminaram o sacerdócio, como também a aliança sacerdotal e levítica.
A união com tais mulheres representa a desobediência daqueles que tem os olhos fascinados e são envolvidos na teia do pecado.
Cuidado com tais perguntas:
- O que é que tem?
- Não tem nada de mais?
- Eu não acho errado!?!
- Não é isso que vai me destruir!?!
A permissividade é perigosa. Quando começo a pensar que o que o estrangeiro me oferece não é tão ruim assim, comecei a cavar minha ruína.
O estrangeiro vai te oferecer oportunidades, mas o caminho da santidade é o mesmo caminho da vitória, não se engane.
Neemias não se contaminou, e nós da mesma forma não nos contaminaremos.
“Não caia no erro de Sansão, pois esses que têm pontos em comum com os estrangeiros no futuro podem te trair”
.
CONCLUSÃO
Neemias 2:19 Porém Sambalate, o horonita, e Tobias, o servo amonita, e Gesém, o arábio, quando o souberam, zombaram de nós, e nos desprezaram, e disseram: Que é isso que fazeis? Quereis rebelar-vos contra o rei?
20 Então, lhes respondi: o Deus dos céus é quem nos dará bom êxito; nós, seus servos, nos disporemos e reedificaremos; vós, todavia, não tendes parte, nem direito, nem memorial em Jerusalém.
Neemias faria uma obra sem alianças, sem estrangeirices. Nenhum estrangeiro teria parte, nem direito nem memorial em Jerusalém.
O estrangeiro não desfruta da terra reconstruída e nunca desfrutará, ela está reservada para nós. Quando caminho sem alianças com estrangeiros, caminho livre para um grande mover de realizações. Jerusalém estará reconstruída e nós teremos:
parte - pois somos parte do corpo e se o corpo avança eu avançarei na mesma proporção
direito – pois temos o direito adquirido como povo de Deus a comer o melhor desta terra
memorial – pois diante do Senhor nos céus está o nosso memorial, a nossa fidelidade, para que sempre as janelas dos céus estejam abertas sobre nós.
Não tenha aliança com estrangeiros, você não precisa deles, você tem a palavra apostólica sobre a tua vida, Você é um Neemias do SEC XXI.
A) TEXTO BASE
Neemias 6:5 Então, Sambalate me enviou pela quinta vez o seu moço, o qual trazia na mão uma carta aberta,
6 do teor seguinte: Entre as gentes se ouviu, e Gesém diz que tu e os judeus intentais revoltar-vos; por isso, reedificas o muro, e, segundo se diz, queres ser o rei deles,
7 e puseste profetas para falarem a teu respeito em Jerusalém, dizendo: Este é rei em Judá. Ora, o rei ouvirá isso, segundo essas palavras. Vem, pois, agora, e consultemos juntamente.
8 Mandei dizer-lhe: De tudo o que dizes coisa nenhuma sucedeu; tu, do teu coração, é que o inventas.
9 Porque todos eles procuravam atemorizar-nos, dizendo: As suas mãos largarão a obra, e não se efetuará. Agora, pois, ó Deus, fortalece as minhas mãos.
Neemias 13:30 Limpei-os, pois, de toda estrangeirice e designei o serviço dos sacerdotes e dos levitas, cada um no seu mister,
A) INTRODUÇÃO
Há um ditado que diz: “Se não pode vence-los, junte-se a eles”.
Depois de muitas tentativas, calunias e ameaças, os opositores de Neemias o convidam por cartas para “consultarem juntamente”, ou seja, para em conjunto buscarem esclarecimentos. Na verdade uma união maligna.
Muitas vezes o inimigo propõe uniões que só servem para nos atrasar, apenas para nos contaminar com a sua maneira de agir e assim nos passar a sua derrota.
Neemias limpou o povo de toda estrangeirice. O que significa isso?
Significa que Neemias tirou do povo todo tipo de comportamento de estrangeiro que havia se impregnado no povo.
Os anos de assolação, a falta de magistrados compromissados com Deus, o convívio com estrangeiros todos os dias; estes e outros fatores fizeram com que a identidade de Povo de Deus, fosse se diluindo no meio do povo, dando lugar a uma nova identidade oriunda de um sincretismo cultural e espiritual assumido em Jerusalém pelo povo.
Quando faço uma aliança com o estrangeiro, começo a perder:
- minha fé
- minha visão
- minha santidade
- minha capacidade realizadora, e
- minha identidade de povo conquistador
Como um adolescente que começa a receber influências de más amizades e já não é o mesmo, assim o inimigo quer nos descaracterizar para nos destruir.
B) A NOSSA IDENTIDADE
Somos um povo apostólico! Nossa identidade, a visão que Deus nos deu, é com um “dna”, um código genético, temos uma identidade que manifesta o que somos e como somos.
Todo tipo de aliança com estrangeiros nos traz perda. São contaminações religiosas que deterioram o que somo na essência.
Deut 7:1 Quando o SENHOR, teu Deus, te introduzir na terra a qual passas a possuir, e tiver lançado muitas nações de diante de ti, os heteus, e os girgaseus, e os amorreus, e os cananeus, e os ferezeus, e os heveus, e os jebuseus, sete nações mais numerosas e mais poderosas do que tu;
2 e o SENHOR, teu Deus, as tiver dado diante de ti, para as ferir, totalmente as destruirás; não farás com elas aliança, nem terás piedade delas;
3 nem contrairás matrimônio com os filhos dessas nações; não darás tuas filhas a seus filhos, nem tomarás suas filhas para teus filhos;
4 pois elas fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do SENHOR se acenderia contra vós outros e depressa vos destruiria.
5 Porém assim lhes fareis: derribareis os seus altares, quebrareis as suas colunas, cortareis os seus postes-ídolos e queimareis as suas imagens de escultura.
Neemias encontrou um povo “estrangeirizado”, com sotaques e costumes que não eram normais, e o pior, completamente distantes da perspectiva de ver a cidade reconstruída.
Lembre-se; os estrangeiros não se preocupam com Jerusalém e sim com o que podem tirar de Jerusalém. O estrangeiro quer aliança pra te parar e te roubar.
NÃO É MAIS TEMPO DE TER ALIANÇAS COM ESTRANGEIROS, É TEMPO DE RESGATAR A IDENTIDADE DE POVO DE DEUS.
É comum encontrarmos brasileiros fora do país que às vezes querem se passar por estrangeiros para não serem reconhecidos como 3O. Mundo, com sotaques e manias, se achando o que não são. Quem quer aliança com a estrangeirice, talvez esteja insatisfeito com sua real identidade. Nós não!. Nós somos povo de propriedade exclusiva de Deus, não nos envergonhamos do evangelho de Cristo, e não vamos nos contaminar!!
1 João 4:4 Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos profetas, porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo.
Salmos 73:12 Eis que são estes os ímpios; e, sempre tranqüilos, aumentam suas riquezas.
13 Com efeito, inutilmente conservei puro o coração e lavei as mãos na inocência.
14 Pois de contínuo sou afligido e cada manhã, castigado.
15 Se eu pensara em falar tais palavras, já aí teria traído a geração de teus filhos.
16 Em só refletir para compreender isso, achei mui pesada tarefa para mim;
17 até que entrei no santuário de Deus e atinei com o fim deles.
18 Tu certamente os pões em lugares escorregadios e os fazes cair na destruição.
19 Como ficam de súbito assolados, totalmente aniquilados de terror!
O estilo de vida do ímpio é uma vitrine de um produto que não existe. Muitos perdem tempo se espelhando no que o ímpio tem, mas o fim deles é destruição.
A nossa porção como povo é muito mais excelente do que aquela que o estrangeiro tem!
1) NÃO FAÇA ALIANÇA COM OS QUE RECEBEM INFLUÊNCIA DIRETA DE ESTRANGEIROS
Neemias 13:23 Vi também, naqueles dias, que judeus haviam casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas.
24 Seus filhos falavam meio asdodita e não sabiam falar judaico, mas a língua de seu respectivo povo.
25 Contendi com eles, e os amaldiçoei, e espanquei alguns deles, e lhes arranquei os cabelos, e os conjurei por Deus, dizendo: Não dareis mais vossas filhas a seus filhos e não tomareis mais suas filhas, nem para vossos filhos nem para vós mesmos.
26 Não pecou nisto Salomão, rei de Israel? Todavia, entre muitas nações não havia rei semelhante a ele, e ele era amado do seu Deus, e Deus o constituiu rei sobre todo o Israel. Não obstante isso, as mulheres estrangeiras o fizeram cair no pecado.
27 Dar-vos-íamos nós ouvidos, para fazermos todo este grande mal, prevaricando contra o nosso Deus, casando com mulheres estrangeiras?
28 Um dos filhos de Joiada, filho do sumo sacerdote Eliasibe, era genro de Sambalate, o horonita, pelo que o afugentei de mim.
29 Lembra-te deles, Deus meu, pois contaminaram o sacerdócio, como também a aliança sacerdotal e levítica.
A união com tais mulheres representa a desobediência daqueles que tem os olhos fascinados e são envolvidos na teia do pecado.
Cuidado com tais perguntas:
- O que é que tem?
- Não tem nada de mais?
- Eu não acho errado!?!
- Não é isso que vai me destruir!?!
A permissividade é perigosa. Quando começo a pensar que o que o estrangeiro me oferece não é tão ruim assim, comecei a cavar minha ruína.
O estrangeiro vai te oferecer oportunidades, mas o caminho da santidade é o mesmo caminho da vitória, não se engane.
Neemias não se contaminou, e nós da mesma forma não nos contaminaremos.
2) NÃO FAÇA ALIANÇA COM OS QUE RECEBEM INFLUÊNCIA DIRETA DE ESTRANGEIROS
Neemias 13:23 Vi também, naqueles dias, que judeus haviam casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas.
24 Seus filhos falavam meio asdodita e não sabiam falar judaico, mas a língua de seu respectivo povo.
25 Contendi com eles, e os amaldiçoei, e espanquei alguns deles, e lhes arranquei os cabelos, e os conjurei por Deus, dizendo: Não dareis mais vossas filhas a seus filhos e não tomareis mais suas filhas, nem para vossos filhos nem para vós mesmos.
26 Não pecou nisto Salomão, rei de Israel? Todavia, entre muitas nações não havia rei semelhante a ele, e ele era amado do seu Deus, e Deus o constituiu rei sobre todo o Israel. Não obstante isso, as mulheres estrangeiras o fizeram cair no pecado.
27 Dar-vos-íamos nós ouvidos, para fazermos todo este grande mal, prevaricando contra o nosso Deus, casando com mulheres estrangeiras?
28 Um dos filhos de Joiada, filho do sumo sacerdote Eliasibe, era genro de Sambalate, o horonita, pelo que o afugentei de mim.
29 Lembra-te deles, Deus meu, pois contaminaram o sacerdócio, como também a aliança sacerdotal e levítica.
A união com tais mulheres representa a desobediência daqueles que tem os olhos fascinados e são envolvidos na teia do pecado.
Cuidado com tais perguntas:
- O que é que tem?
- Não tem nada de mais?
- Eu não acho errado!?!
- Não é isso que vai me destruir!?!
A permissividade é perigosa. Quando começo a pensar que o que o estrangeiro me oferece não é tão ruim assim, comecei a cavar minha ruína.
O estrangeiro vai te oferecer oportunidades, mas o caminho da santidade é o mesmo caminho da vitória, não se engane.
Neemias não se contaminou, e nós da mesma forma não nos contaminaremos.
“Não caia no erro de Sansão, pois esses que têm pontos em comum com os estrangeiros no futuro podem te trair”
.
CONCLUSÃO
Neemias 2:19 Porém Sambalate, o horonita, e Tobias, o servo amonita, e Gesém, o arábio, quando o souberam, zombaram de nós, e nos desprezaram, e disseram: Que é isso que fazeis? Quereis rebelar-vos contra o rei?
20 Então, lhes respondi: o Deus dos céus é quem nos dará bom êxito; nós, seus servos, nos disporemos e reedificaremos; vós, todavia, não tendes parte, nem direito, nem memorial em Jerusalém.
Neemias faria uma obra sem alianças, sem estrangeirices. Nenhum estrangeiro teria parte, nem direito nem memorial em Jerusalém.
O estrangeiro não desfruta da terra reconstruída e nunca desfrutará, ela está reservada para nós. Quando caminho sem alianças com estrangeiros, caminho livre para um grande mover de realizações. Jerusalém estará reconstruída e nós teremos:
parte - pois somos parte do corpo e se o corpo avança eu avançarei na mesma proporção
direito – pois temos o direito adquirido como povo de Deus a comer o melhor desta terra
memorial – pois diante do Senhor nos céus está o nosso memorial, a nossa fidelidade, para que sempre as janelas dos céus estejam abertas sobre nós.
Não tenha aliança com estrangeiros, você não precisa deles, você tem a palavra apostólica sobre a tua vida, Você é um Neemias do SEC XXI.
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